•  43
    Os Categóricos de Observação: Uma Solução para Viabilizar o Holismo Semântico de Quine
    Principia: An International Journal of Epistemology 10 (1): 81-104. 2006.
    The “observational categoricals” constitute a very special set of sentences of great importance in the last phase of Quine’s work. According to Quine, the grammatical structure and therefore the role played by these sentences considered by the philosopher as the neutral empirical content of theories would solve several difficulties in semantics and epistemology. Most urgent among them would be: the incommensurability of theories, their empirical verifiability, as well as explaining the language …Read more
  •  9
    Quine E Davidson: Estimulação distal ou proximal?
    Philósophos - Revista de Filosofia 10 (2). 2005.
    Nesse artigo pretendo desenvolver um ponto bastante central de uma famosa discordância entre Quine e Davidson, uma disputa conheci-da na literatura como “a questão proximal x distal”. Em poucas palavras, enquanto Quine adota uma posição proximal, segundo a qual devemos localizar o conteúdo empírico das sentenças de observação já nas termina-ções neuronais dos falantes, Davidson prefere uma localização distal para esse conteúdo, pressupondo assim a existência de objetos no mundo. Essa discussão é…Read more
  •  79
    O objetivo desse artigo é lançar luz sobre a tese da indeterminação da referência de Quine, usando para isso a distinção feita por Frege entre agregados e conjuntos. Além da distinção fregiana, usaremos também algumas noções de teoria dos modelos, tais como “modelos alternativos” e “morfismos entre traduções”
  •  321
    Editorial do Volume 17(2) - Ética e Filosofia Analítica
    Philósophos - Revista de Filosofia 17 (2). 2012.
  • Conteúdo informativo e sentido em Frege
    O Que Nos Faz Pensar 69-87. 2010.
  •  18
    Forma de Vida ou formas de Vida?
    Philósophos - Revista de Filosofia 8 (2). 2003.
    O objetivo principal deste artigo será tornar mais claro o papel desempenhado pela noção de “forma de vida” nos escritos de Ludwig Wittgenstein. Como pano de fundo desta discussão, teremos em mente a questão do emprego do termo “forma de vida” no plural ou apenas no singular. Investigaremos criticamente quatro possíveis interpretações oferecidas por diferentes comentaristas da obra de Wittgenstein. Cada uma delas se aterá a diferentes aspectos da noção de “forma de vida”
  •  5
    Editorial
    Philósophos - Revista de Filosofia 15 (2). 2010.
  •  1
      O paradoxo da análise e a antinomia da relaçáo de nomeaçáo sáo dois argumentos que servem para explicitar um aspecto paradoxal das interpretações filosóficas da identidade. Meu objetivo nesse artigo será o de investigar esses paradoxos e seus papeis como limitadores de uma teoria semântica. Usarei como guia dessa investigaçáo a hipótese de que as dificuldades nas quais todas as teorias semânticas investigadas incorrem náo se devem a tese da relaçáo de nomeaçáo, como diria Carnap, mas ao caráte…Read more
  •  4
    Editorial
    with André Porto
    Doispontos 6 (2). 2009.