•  72
    Pode-se ver que, ao escrever EE I 8, tendo adotado a tese da multivocidade do ser e do bem, Aristóteles não tinha ainda como estabelecer uma ciência única do ser, portanto, estava, em um certo sentido, sem metafísica. A noção de significação focal, criada para resolver o problema da diversidade de tipos de amizade em EE, não foi ainda aplicada ao ser; na EN, ao contrário, a diversidade dos tipos de amizade é explicada diferentemente e, ao que tudo indica. a significação focal já foi aplicada ao …Read more
  •  43
    Neste artigo, propõe-se uma leitura das categorias no tratado aristotélico homônimo como um primeiro esboço de uma ontologia regional, centrada nas substâncias sensíveis. Tendo por foco substância, quantidade, qualidade, relativo, agir e sofrer, este trabalho busca expor as duas estratégias principais que Aristóteles parece empregar para chegar a uma lista das categorias: (a) características básicas, cuja satisfação ou não satisfação de cada uma determina a natureza categorial de cada item e (b)…Read more
  •  27
    How rude can Socrates be? A note on Phaedrus 228a5-b6
    Journal of Ancient Philosophy 9 (2): 67. 2015.
  •  24
    Al evaluar el papel que el mito cumple en el pensamiento griego antiguo, se debe distinguir, o al menos así se argumenta, el tipo de razón con la que se lo contrasta. En efecto, su función se altera cuando la razón es considerada monolíticamente o, como suele suceder en Aristóteles, cuando opera de dos modos: de modo práctico o de modo teórico. Desde esta última perspectiva, el mito vuelve a un lugar básico en la obra poética.
  •  22
    Review of Richard Kraut (ed.), The Blackwell Guide to Aristotle's Nicomachean Ethics (review)
    Notre Dame Philosophical Reviews 2006 (5). 2006.
  •  21
    Ancient and Medieval Concepts of Friendship (review)
    Journal of Ancient Philosophy 11 (1): 173-180. 2017.
    Suzanne Stern-Gillet & Gary M. Gurtler, SJ Ancient and Medieval Concepts of Friendship. State University of New York Press : Albany 2014, 327 p. US $ 34.95. ISBN 978-1-4384-5364-4.
  •  20
    Las Quaestiones III 2 y 3 de Alejandro de Afrodisia y el problema de la alteración sensitiva
    Estudios de Filosofía (Universidad de Antioquia) 40 279-298. 2009.
    Cuando Alejandro examina De anima II 5 de Aristóteles, se enfrenta al problema de explicar qué tipo de alteración es la sensación. Su respuesta fue muy influyente, especialmente después de la Quaestio III 3 que había sido traducida al latín por Gerardo de Cremona basada en una versión árabe. De hecho, aún es muy influyente, pues en general es tomada en cuenta por los comentadores modernos del De anima. Pero un examen detallado de De anima II 5 puede generar dudas acerca de las teorías que Alejan…Read more
  •  20
    The Quaestiones III 2 and 3 of Alexander of Aphrodisias and the problem of the sensitive alteration
    Estudios de Filosofía (Universidad de Antioquia) 40 279-298. 2009.
    Cuando Alejandro examina De anima II 5 de Aristóteles, se enfrenta al problema de explicar qué tipo de alteración es la sensación. Su respuesta fue muy influyente, especialmente después de la Quaestio III 3 que había sido traducida al latín por Gerardo de Cremona basada en una versión árabe. De hecho, aún es muy influyente, pues en general es tomada en cuenta por los comentadores modernos del De anima. Pero un examen detallado de De anima II 5 puede generar dudas acerca de las teorías que Alejan…Read more
  •  5
    Dispersión categorial y metafísica en Aristóteles
    Estudios de Filosofía (Universidad de Antioquia) 26 195-212. 2002.
    Si consideramos la declaración de la Ética Eudemia I 8, Aristóteles parece estar lejos de la metafísica pues, habiendo adoptado una tesis sobre la dispersión originaria del ser en las diferentes categorías, no tenía cómo pensar una ciencia única del ser, ya que, según parece, aún no había aplicado al ser una noción de unidad focal de la significación, que fue concebida, justamente en la EE, para explicar el fenómeno de la amistad. Cuando el pros hen legesthai sea aplicado al ser entonces será po…Read more
  •  2
    La silmutaneità delle percezioni in Aristotele
    Elenchos: Rivista di Studi Sul Pensiero Antico 23 (1): 33-50. 2002.
  •  2
    Aristotle and the Problems of Method in Ethics
    Oxford Studies in Ancient Philosophy 32 297-330. 2007.
  •  1
    L'homonymie de l'être et le projet métaphysique d'Aristote
    Revue Internationale de Philosophie 51 (201): 333-356. 1997.
  • Metafísica, lógica e outras coisas mais (edited book)
    Nau Editora. 2011.
    Livro em homenagem ao filósofo brasileiro Luiz Henrique Lopes, um dos maiores expoentes da filosofia analítica. Neste livro grandes nomes da filosofia brasileira discorrem sobre a filosofia analítica e vários assuntos da filosofia contemporânea.
  • Forma, Matéria e Definição na Metafísica de Aristóteles
    Cadernos de História E Filosofia da Ciéncia 13 (2). 2003.
    Este texto examina as funções de forma e matéria na definição das substâncias sensíveis com vistas à constituição de uma doutrina geral da substância que possa incluir certas substâncias de outra natureza. Em especial, mostra-se que a investigação sobre a substância deve partir do exame das substâncias sensíveis, aceitas por todos, mas não pode ficar restrita às suas condições de existência; em algum sentido, a transcendência das substâncias não sensíveis deve ser preparada pelo estatuto especia…Read more
  • A Língua Dos Papagaios, A Diferença E O Ser
    Cadernos de História E Filosofia da Ciéncia 13 (2). 2003.
    In this paper I examine, in the first place, the Aristotelian developments about the "psittacism" or "language of the parrots” . The results of these analyses will allow us to examine, next, some observations and rules concerning the relationships among genus and differentia . I consider, finally, an argument of Metaphysics B, in which Aristotle, arguing from this observations and rules, defends his famous dictum according to which being is a not a genus
  • La simultaneità delle percezioni in Aristotele
    Elenchos 23 (1): 33-50. 2002.
  • Subst'ncias Sensíveis em Z 16: faxina ousiológica em Aristóteles?
    Cadernos de História E Filosofia da Ciéncia 17 (2). 2007.
    A interpretação tradicional de Metafísica Z 16 1040b5-16 é defendida aqui, contra a nova leitura, segundo a qual devem ser eliminadas da lista de substâncias sobre as quais há comum acordo em Z 2 não somente as partes dos seres vivos, mas também os corpos simples
  • The homonymy of the being and Aristotle's metaphysical project
    Revue Internationale de Philosophie 51 (201): 333-356. 1997.
  • Notas sobre o Princípio de Não Contradição em Aristóteles
    Cadernos de História E Filosofia da Ciéncia 13 (1). 2003.
    One crucial part of the Aristotle´s discussion of the principle of non-contradiction in Metaphysics IV 4 is his notion of semainein hen, which must be carefully distinguished from the closely connected notion of semainein kath´ henos. The Aristotelian proof is located at 1006b28-34 and it is argued that it does not suppose any bit of essentialism nor does it contain any petitio principii; some improvements are further proposed to the current translations
  • Sobre a Metafísica de Aristóteles
    Lumen Veritatis 2 (7): 127-128. 2009.