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The Sceptic as an Alarm Clock for Dreams in the Third PersonTeorema: International Journal of Philosophy 28 (1): 68-74. 2009.
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159Sobre o que Não Aparece (ao Neopirrônico)Discurso 23 53-70. 1994.O artigo critica a posição filosófica neopirrônica defendida por Oswaldo Porchat Pereira (Porchat 5). Argumentamos que uma de suas noções básicas, a de fenômeno, carece de uma definição apropriada. Além disso, mostramos que o neopirronismo abre as portas para o irracionalismo e que a ciência moderna traz problemas para essa postura.
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126Minimal empiricism without dogmasPhilosophia 35 (2): 197-206. 2007.John McDowell has defended a position called minimal empiricism, that aims to avoid the oscillation between traditional empiricism’s commitment to a set of contents working as external justifiers for our system of beliefs and a coherentist position where our thought receives no constraint from the world. We share McDowell’s dissatisfaction with both options, but find his minimal empiricism committed to the idea of a tribunal of experience where isolated contents are infused into our network of i…Read more
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57Como levar estados mentais a sério (epifenômenos e fingimentos)Manuscrito 25 (3): 79-88. 2002.Kim recomenda uma forma de fisicalismo que seria, segundo ele, a única alternativa fisicalista para evitar o epifenomenalismo. Neste trabalho, mostro que esta alternativa não é viável: o fisicalismo de Kim também não consegue lidar de maneira satisfatória com o problema da causação mental. Considerando algumas características da simulação de estados mentais e a motivação para entendermos as propriedades mentais como separáveis das físicas, esboço uma maneira de pensar nos estados mentais que evi…Read more
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1081When my own beliefs are not first-personal enoughTheoria 22 (58): 35-41. 2007.Richard Moran has argued, convincingly, in favour of the idea that there must be more than one path to access our own mental contents. The existence of those routes, one first-personal—through avowal—the other third-personal—no different to the one used to ascribe mental states to other people and to interpret their actions—is intimately connected to our capacity to respond to norms. Moran’s account allows for conflicts between first personal and third personal authorities over my own beliefs; t…Read more
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90Holism and Singularity Towards an Ontology of the UnfittingProceedings of the Xxii World Congress of Philosophy 17 15-22. 2008.Holism about thought content – especially coupled with a measure of semantic externalism – can provide us with an attractive account of how thinking relates to the world. It can help us to tell a neat story that starts out with the inseparable entanglement of truth and intelligibility: in order to understand thought, to confront it to the world and to give verdicts about that confrontation, we need to grasp a considerable amount of truths. A variety of positions that emerge under the influence o…Read more
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Una cura para la disyuntivitis: El papel de la experiencia en nuestra visión del mundoEpisteme 26 (1): 41-56. 2006.
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Sobre Quem Não Pode FalarEthic@ 13 (1): 191-203. 2006.Neste texto eu exploro alguns aspectos de um não-conformismo com respeitoà cognição. Começo analisando a inserção dos pensamentos em um ambientede subjetividades e a natureza pronominal do pensamento––é sempre alguémque pensa. Considero algumas relações políticas entre vozes e como elasatuam sobre os empreendimentos cognitivos; neste contexto menciono algumasformas de silenciamento sistemático de vozes. Termino recomendando umaforma de polifonia cognitiva.In this paper I explore some aspects of …Read more
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3O cartório e a caixa registradoraTrans/Form/Ação 35 (3). 2012.O trabalho considera as relações entre a escrita e o reconhecimento. Os esforços de Derrida começaram a mostrar que a distinção entre a oralidade e a escrita é filosoficamente importante – e que muitos problemas filosóficos são problemas da escrita. A partir dessa perspectiva, considero a distinção entre conotação e denotação e a ideia – abraçada por Mill e, mais recentemente, por teorias da denotação inspiradas em Kripke – de que a denotação prescinde, em grande medida, de conotação. A diferenç…Read more
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74Depois de anos de deflação galopante, O que sobrou da verdade?Philósophos - Revista de Filosofia 8 (1). 2003.Este texto considera algumas maneiras alternativas de pensar na verdade e no que queremos com ela. Analisa também os problemas com a concepção da verdade como correspondência e procura um diagnóstico do tipo de frustração que esses problemas trazem. Considera em seguida as alternativas deflacionistas e seus problemas em oferecer aquilo que comumente queremos de um predicado de verdade. Avalia então as vantagens e falhas das concepções da verdade como indefinível e da concepção de verdade como id…Read more
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91Brandom on Thought and Reality: Showing Receptivity the Way out of the BottleneckTeorema: International Journal of Philosophy 26 (1): 21-36. 2006.