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António Pedro Mesquita

Universidade de Lisboa
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  • Universidade de Lisboa
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History of Western Philosophy
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History of Western Philosophy
  • All publications (100)
  • Aristotle on Knowledge and Ignorance. An Exercise on the Role of Nous in Perception and Science
    In La Psychologie d’Aristote. pp. 131-143. 2012.
  • Substâncias e Homeomerias em Aristóteles
    In Adriana Serrão, Carla Simões, Elisabete M. Sousa, Filipa Afonso, Maria Luísa Ribeiro Ferreira, Pedro Calafate & Ubirajara Rancan de Azevedo Marques (eds.), Poética da Razão. Homenagem a Leonel Ribeiro dos Santos. pp. 281-290. 2013.
    History of Western Philosophy
  • A Tradição Peripatética no Livro V de Diógenes Laércio
    In Gabriele Cornelli & Miriam Peixoto (eds.), Dos Homens e Suas Ideias: Estudos sobre as Vidas de Diógenes Laércio, Imprensa Da Universidade De Coimbra / Coimbra University Press. pp. 155-176. 2013.
  • Kant e o Cepticismo Antigo
    In António Pedro Mesquita, Cristina Beckert, José Luís Perez & Maria Leonor Xavier (eds.), A Paixão da Razão. Homenagem a Luísa Ribeiro Ferreira, . pp. 325-339. 2014.
    History of Western Philosophy
  • Deontología y práctica clínica en Hipócrates
    In José María Zamora Calvo (ed.), Éticas griegas y filosofía contemporânea. pp. 19-34. 2017.
  • Aristotle on Predication
    In Piotr Stalmaszczyk (ed.), Philosophy and Logic of Predication, Peter Lang. pp. 25-51. 2016.
  • Relations in Aristotle
    In Valery Petroff (ed.), The Legacies of Aristotle as Constitutive Element of European Rationality. pp. 365-372. 2017.
  • Doutrinas Não-Escritas
    In Gabriele Cornelli & Rodolfo Lopes (eds.), Coimbra Companions: Platão. pp. 55-75. 2018.
    History of Western Philosophy
  • Platón y lo individual. Para una lectura ontológica de la khora en el Timeo
    Taula 39 9-22. 2005.
    History of Western Philosophy
  • Ei Estin. Des hypothèses d’existence chez Aristote ?
    Revue de Philosophie Ancienne 33 129-172. 2015.
    History of Western Philosophy
  •  72
    La koinonía en Platón
    Areté. Revista de Filosofía 30 (2): 209-224. 2018.
    This paper aims to defend the unitarian position of Plato’s thought through an analysis of the Sophist in its relation with other middle and late dialogues. Contrary to those who consider that koinonia is an exclusive philosophical motif of the late period and represents a break with the dialogues of the intermediate period, the text seeks to defend how koinonia in the Sophist is not a rupture but a development and a consummation of Platonic positions sustained since the middle dialogues.
    Plato: Metaphysics
  •  77
    O Mundo de António Sérgio
    Revista Portuguesa de Filosofia 46 (4). 1990.
    O presente artigo aborda a ontologia de A. Sérgio, numa dupla vertente expositiva e crítica. Num primeiro momento enunciam-se os temas, o método e os critérios da abordagem, enquadrando a interpretação no próprio horizonte aberto pelo pensamento sergiano. Num segundo momento descobre-se a arquitectura do mundo tacitamente proposto pela sua gnosiologia e pela sua epistemologia idealistas, perspectivando-a como implícita "ontologia ideal". Num terceiro momento opera-se a análise crítica desta onto…Read more
    O presente artigo aborda a ontologia de A. Sérgio, numa dupla vertente expositiva e crítica. Num primeiro momento enunciam-se os temas, o método e os critérios da abordagem, enquadrando a interpretação no próprio horizonte aberto pelo pensamento sergiano. Num segundo momento descobre-se a arquitectura do mundo tacitamente proposto pela sua gnosiologia e pela sua epistemologia idealistas, perspectivando-a como implícita "ontologia ideal". Num terceiro momento opera-se a análise crítica desta ontologia, segundo o duplo critério da consistência e da universalidade, retirando algumas conclusões de âmbito genérico /// Le présente article aborde l'ontologie de A. Sérgio sous le double aspect d'exposition et de critique. En un premier moment on enoncerá le thème, la méthode et les critères de cette analyse, en insérant l'interprétation dans l'horizon même ouvert par la pensée de Sérgio. En un second moment, on découvre l'architectonique du monde tacitement proposé par sa gnoséologie et par son épistémologie idéalistes, en la montrant sous l'angle d'une ontologie "idéale" implicite. En un troisième moment, on passe a l'analyse critique de cette ontologie selon le double critère de la consistance et de l'universalité, pour tirer enfin quelques conclusions de caractère général /// This article begins with an indication of how the ontology of A. Sérgio may be approached. A description of its "ideal ontology" is then proposed on the basis of his idealist epistemology. Finally, a critical analysis of this ontology is attempted in order to evaluate its consistency and universality.
    20th Century Continental Philosophy, Misc
  • O que é a filosofia? Sentido filosófico E virtualidades pedagógicas de Uma definição de filosofia
    Philosophica 8 111-141. 1996.
  •  1061
    Platón y Aristóteles. Dos ontologías en confrontación
    Estudios Filosóficos 53 57-79. 2016.
    Aristotle: First PhilosophyPlato: Metaphysics, MiscAristotle: Metaphysics, Misc
  • Os dois sentidos de Ousia em Aristóteles
    Agora 27 (2): 89-99. 2008.
    Aristotle: Substance
  •  5
    Platão E aristóteles. Duas teses sobre a subst'ncia E as categorias
    Philosophica 7 85-103. 1996.
    Aristotle: First Philosophy
  •  5
    Um pioneiro do liberalismo económico em portugal. Notas de leitura sobre a Guerra E o comércio livre de frederico la figanière
    with António Palhinha Machado
    Philosophica 23 159-165. 2004.
    Iberian Philosophy
  •  3
    O Lugar da história dos animais na obra de aristóteles: A propósito da primeira tradução portuguesa do tratado (review)
    Philosophica 28 285-295. 2006.
    Aristotle: Natural Science
  •  35
    Palavras e coisas. Subsidios para a compreensao do Crátilo platónico
    Humanitas 49 85-102. 1997.
    20th Century German Philosophy
  •  40
    Varia Antiqua: Estudos de Filosofia Antiga
    Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa. 2011.
  •  5
    O problema da definição do acidente em aristóteles
    Philosophica 17 103-149. 2001.
    Aristotle: Metaphysics
  •  5
    Sobre a natureza Das proposições silogísticas em aristóteles
    Philosophica 28 15-32. 2006.
    Aristotle: Logic and Philosophy of Language
  •  4
    Artigos O estatuto predicativo Das diferenças em aristóteles
    Philosophica 16 3-46. 2000.
    Aristotle: Metaphysics
  •  97
    Aristotle on Dialectic and First Principles
    Filosofia Unisinos 18 (1). 2017.
    Over time, several authors have argued that, for Aristotle, dialectic is a method of discovery or establishment of the principles of science in general. In this article, I will present four arguments against this view and propose a deflationary view of the role of dialectic in this regard. Accord ing to this view, such a role consists only in the defence of common principles against potential eristic attacks. Keywords: Science, dialectic, first principles, common principles, proper principles.
    Aristotle: Principles
  •  4
    Entre filosofia E medicina: A antropologia hipocrática
    Philosophica 11 63-85. 1998.
  • Introduzir à filosofia: A filosofia E o problema da sua definição
    Philosophica 6 91-103. 1995.
  • A Paixão da Razão. Homenagem a Maria Luísa Ribeiro Ferreira (edited book)
    with C. Beckert, J. L. Pérez, and Xavier M. L. L. O.
    Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa. 2014.
    Philosophy, Misc
  •  4
    O argumento ontológico em platão: O problema da imortalidade
    Philosophica 2 31-42. 1993.
  •  46
    Introdução ao estudo da filosofia antiga
    Edições Colibri. 2006.
    Este livro não é uma sebenta nem um manual, mas um instrumento de trabalho. Como tal, não foi concebido para ser lido nem estudado, mas sim para ser utilizado, à medida das necessidades e interesses do estudante ou do iniciado em Filosofia Antiga.
    Ancient Greek and Roman Philosophy, Misc
  •  59
    Individual Substances and Individual Accidents in the Categories of Aristotle
    Revista Portuguesa de Filosofia 71 (2-3): 399-422. 2015.
    Resumo No segundo capítulo das Categorias, Aristóteles introduz um esquema conceptual de acordo com o qual, recorrendo a dois únicos critérios, “estar num sujeito” e “dizer-se de um sujeito”, é possível distribuir a realidade por quatro tipos de entes: as substâncias individuais, que nem estão num sujeito nem se dizem de um sujeito; as substâncias universais, que se dizem de um sujeito, mas não estão num sujeito; os acidentes individuais, que estão num sujeito, mas não se dizem de um sujeito; e …Read more
    Resumo No segundo capítulo das Categorias, Aristóteles introduz um esquema conceptual de acordo com o qual, recorrendo a dois únicos critérios, “estar num sujeito” e “dizer-se de um sujeito”, é possível distribuir a realidade por quatro tipos de entes: as substâncias individuais, que nem estão num sujeito nem se dizem de um sujeito; as substâncias universais, que se dizem de um sujeito, mas não estão num sujeito; os acidentes individuais, que estão num sujeito, mas não se dizem de um sujeito; e os acidentes universais, que estão num sujeito e se dizem de um sujeito. O problema coloca-se ao nível do terceiro tipo de entes, os acidentes individuais, em virtude, em particular, do modo como são definidos no texto, a saber, como algo que “não pode ser separadamente daquilo em que está”. Ora a importância desta cláusula, e, portanto, da sua correcta interpretação, vai muito para além de uma simples decisão em matéria textual ou mesmo doutrinária, se a restringirmos ao passo e à questão em apreço. Nela, joga-se todo o sentido que Aristóteles deseja atribuir à individualidade das inerências e, através dela, o modo como é por ele concebida a distinção ontológica entre substâncias e acidentes individuais, enquanto tipos diversos de itens individuais. Este, pois, o objecto do presente estudo: apreender o sentido e o fundamento da distinção entre substâncias e acidentes individuais em Aristóteles, a partir de uma análise do estatuto das inerências no segundo capítulo das Categorias. Palavras-chave : acidente, Aristóteles, Categorias, individual, inerências, substânciaIn the second chapter of Categories, Aristotle introduces a conceptual scheme in accordance to which, using only two criteria, “being in a subject” and “said of a subject”, it is possible to distribute reality over four types of beings: individual substances, which are neither in a subject nor are said of a subject; universal substances, which are said of a subject but are not in a subject; individual accidents, which are in a subject, but are not said of a subject; and universal accidents, which are in a subject and are said of a subject. The problem arises with the third type of entity, individual accidents, due to the way they are defined in the text, namely as something which “cannot exist separately from what it is in”. The importance of this clause, and therefore of its correct interpretation, goes far beyond the mere decision on textual or even doctrinal matters, if restricted to the passage and to the question under consideration. What is at stake here is the significance that Aristotle wishes to attribute to the individuality of inherences and, through that, the way in which the ontological distinction between individual substances and individual accidents – that is to say, between primary substances and their accidents as diverse types of individual items – is conceived by him. Here, then, is the scope of this paper: to grasp the meaning and the rationale of the distinction between individual substances and individual accidents in Aristotle, based on the analysis of the statute of inherences in the second chapter of the Categories. Keywords: accident, Aristotle, categories, individual, inherences, substance
    Substance
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