•  1
    McDowell e a virtude Rodrigo
    Prometeus: Filosofia em Revista 3 (5). 2010.
    Neste trabalho, pretendemos avaliar criticamente algumas das teses de John McDowellsobre a natureza da virtude, tal como expostas em seu artigo “Virtue and Reason” e, ao fazê-lo,expor algumas de suas limitações. Mais especificamente, tratarei o que vejo como problemas emsua apresentação da virtude como uma forma de conhecimento, e sua proposta – corporificada natese da unidade das virtudes – de que as virtudes comumente reconhecidas deveriam ser vistascomo manifestações parciais da virtude enqua…Read more
  •  22
    The implicature theory: a case study
    Principia: An International Journal of Epistemology 14 (3): 405-419. 2010.
    Várias tentativas foram feitas pelos teóricos da referência direta para acomodar o dado intuitivo da opacidade referencial— a não ocorrência de substituição mútua salva veritate de nomes próprios co-referenciais nas orações subordinadas, precedidas por ‘que’, nas orações em que se atribuem atitudes proposicionais. A teoria defendida por Nathan Salmon, em seu livro de 1986 Frege’s Puzzle , é provavelmente a versão mais bem elaborada daquilo a que adiante nos referimos como ‘a Teoria Implicativa’.…Read more
  • The implicature theory: a case study DOI:10.5007/1808-1711.2010v14n3p405
    Principia: An International Journal of Epistemology 14 (3): 405-419. 2010.
    Several attempts have been made by direct reference theorists to accommodate the intuitive datum of referential opacity—the failure of co-referential proper names to substitute salva veritate for one another within the embedded ‘that’-clauses of attitude ascription sentences. The theory advocated by Nathan Salmon in his 1986 book Frege’s Puzzle is probably the best worked out version of what is referred to below as ‘The Implicature Theory’. Salmon claims that referential opacity is an illusion b…Read more
  •  2
    The notion of sense: presenting a non-fregean alternative
    Princípios 16 (25): 121-138. 2009.
    Há sérios problemas, contudo, no que concerne à caracterizaçáo da noçáo de sentido fregeano. Por vezes, Frege sugere que o sentido de um nome próprio é dado por uma descriçáo definida associada, cujo conteúdo individua a referência do nome em questáo. Por sua vez, Bertrand Russell rejeita expressamente o sentido fregeano, e, ao mesmo tempo, afirma que nomes próprios comuns revelam-se, quando analisados, como descrições definidas disfarçadas. Essa posiçáo, hoje conhecida como descritivismo , foi …Read more