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35A vontade é livre? Natureza e ética em Ludwig FeuerbachRevista Dialectus 6 (1). 2015.O presente artigo pretende destacar a tese de que a natureza para Feuerbach é um existente autônomo e independente e possui primazia ante o espírito. Para ele, a natureza material, que existe, em sua diferencialidade qualitativa, independente do pensar, é diante ao espírito o original, o fundamento não deduzível, imediato, não criado de toda existência real, que existe e consiste por si mesmo. Feuerbach opõe a natureza ao espírito, pois ele a entende não como um puro outro, que só por meio do es…Read more
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35A religião em Feuerbach: Deus não é Deus, mas o Homem e/ou Natureza divinizadosRevista Dialectus 4 (1). 2014.Em sua obra principal, A Essência do Cristianismo, Feuerbach mostra que o Cristianismo coloca no seu cume um deus pessoal, ilimitado, que cria através do “puro pensar” e do “querer” a natureza e o homem. Já em A Essência da Religião e nos Complementos e Esclarecimentos para a Essência da Religião, Feuerbach analisa a religião natural, na qual deus é um ser físico, idêntico à natureza. Assim como a religião cristã transformou a essência humana em deus, do mesmo modo a religião natural fez da natu…Read more
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54O defeito da Lei Universal do Entendimento na Fenomenologia do EspíritoRevista Dialectus 3 (1). 2013.Hegel chama a atenção para o fato de que a lei é necessária, mas sua necessidade não é uma necessidade, mas uma palavra vazia, abstrata, visto que ela é meramente uma definição ou um conceito do entendi mento, uma identidade formal ou uma essência, na qual não está contida a existência; ou, com outras palavras, a lei como lei, necessária, não está posta no objeto mesmo. Essa lei universal, enquanto força simples ou diferença interna, é obra do entendimento, por isso seu aspecto necessário não é …Read more
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46O indivíduo na teoria de MarxRevista Dialectus 1 (1): 9-24. 2012.Este artigo versa sobre o indivíduo e, a princípio, é necessário fazer uma distinção entre indivíduo e individualidade: o indivíduo é o homem na sua singularida-de, singularidade essa que, na sociedade capitalista, aparece como “átomo”, como “unidade monádica”, fechado em si mesmo, solitário, como um mundo a parte, que se basta a si mesmo, independente, isto é, como singularidade negativa, isolada; e a individualidade são os traços essenciais físicos, espirituais e psíquicos, as qualidades disti…Read more
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57Categoria da totalidade em história e conseciência de classe de György Lukács: Uma aproximação às questões de método no MarxismoRevista Dialectus 11 (1). 2017.O presente artigo é resultado parcial de pesquisa em educação e expõe uma aproximação à categoria de totalidade na obra História e consciência de classe do filósofo húngaro György Lukács. Apesar de criticada pelo próprio autor, a obra já aponta para um problema central do método dialético: a categoria da totalidade. Como estudo parcial de uma pesquisa maior, este texto não visa esgotar a categoria, mas indicar linhas para compreensão dessa na trajetória do autor. Metodologicamente, é uma pesquis…Read more
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39Cultura e educação no idade média: Aspectos histórico-filosófico-teológicosRevista Dialectus 11 (1). 2017.Este artigo objetiva ratificar epistemologicamente a desmistificação convencional sobre a Idade Média como sendo a “Idade das Trevas”. Para tanto, elencaram-se como categorias principais de análise a cultura e a educação nesse período histórico. Trata-se de uma pesquisa construída através de revisão de literatura em referenciais teóricos peculiares. Utilizou-se o método dedutivo, acompanhado de abordagem qualitativa. O artigo distribui-se em quatro tópicos. O primeiro faz uma exposição geral do …Read more
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19Nietzsche, o intempestivo: Sobre os excessos da história científica e o não-históricoRevista Dialectus 10 (1). 2017.Nietzsche critica os excessos da história, mas, ao mesmo tempo, defende que a vida tem necessidade dos seus serviços. O que dizer sobre aquilo que é, ao mesmo tempo, prejudicial à vida, um entrave para seu desenvolvimento e a grande conquista dos modernos? Devemos compreender esta ambiguidade a partir dos excessos da própria história ou da sua utilidade enquanto saber não-histórico para a vida? Para respondermos a essas questões, o presente artigo investigará a relação pertinente entre a históri…Read more
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34Educação, liberdade e responsabilidade no pensamento de Jean-Jacques RousseauRevista Dialectus 10 (1). 2017.O que é a liberdade? Como fazer da educação um caminho para se chegar até ela? E ainda como unir “educação” e “liberdade” na criação de um ser responsável? Nosso objetivo, neste artigo, é investigar estes conceitos na obra o Emilio de Rousseau. No entanto, se é certo que o tema da liberdade perpassa boa parte das obras do pensador suíço, iremos buscar em seus escritos variações conceituais que possam nos auxiliar na construção deste tema. Para isso, iremos estruturar esta discussão, da seguinte …Read more
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34Da pedagogia do capital e de sua antítese: Violência, formação do trabalho e a luta pela formação humanaRevista Dialectus 9 (1). 2016.Resenha do livro "Natureza e liberdade em Feuerbach e Marx", de Eduardo Ferreira Chagas.
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33O trabalho como formação e deformação humana em Hegel e MarxRevista Dialectus 8 (1). 2016.As relações teóricas de Marx com o pensamento hegeliano têm sido objeto de permanentes discussões. Os estudiosos divergem em suas avaliações sobre o quanto e no que Marx seria devedor a Hegel. Contudo, muitos, senão a totalidade, admite que Marx iniciou suas reflexões partindo daquele que pretendeu ser o último crítico da tradição filosófica do Ocidente. Ainda que tenhamos muitos pontos de partida para a análise da relação de Marx com Hegel, a escolha do conceito de dialética nos permite percorr…Read more
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56Reflexões sobre estado e violência em "A montanha que devemos conquistra" de István MészárosRevista Dialectus 7 (1). 2015.O presente artigo tem como propósito precípuo desenvolver uma análise crítica acerca do livro do filósofo marxista húngaro István Mészáros “A montanha que devemos conquistar”. Nesse sentido, buscamos evidenciar a problemática central da obra que trata das questões pertinentes às nossas contingências contemporâneas mais urgentes, principalmente no que tange aos limites da nossa ordem sociometabólica. O que para o autor constituem contingências globais, com todas as suas implicações para o planeta…Read more
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40O Pensamento de Marx sobre a SubjetividadeRevista Dialectus 2 (1): 21-39. 2013.O pensamento de Karl Marx sobre a subjetividade humana é pouco conhecido e divulgado na língua portuguesa, e, no Brasil, particularmente, carece ainda de um estudo amplo, explícito e sistemático. Meu artigo pretende esboçar uma reflexão mais completa de sua filosofia sobre a subjetividade humana, insistindo não somente na crítica, mas também, e especialmente, na compreensão da referida questão, a partir de uma leitura imanente e estrutural de suas obras, no original. Vale ainda ressaltar que min…Read more
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66Nietzsche, a crítica ao antiquarianismo e uma nova história dos valoresPhilósophos - Revista de Filosofia 23 (2). 2018.O objetivo mais geral de nosso artigo é examinar a crítica de Nietzsche ao antiquarianismo e suas relações com a genealogia. Em primeiro lugar, ocupar-nos-emos com a crítica de Nietzsche à erudição e à história antiquária do século XIX e sua centralidade no pensamento do filósofo, em que história aparece não como simples atividade de erudição e pesquisa antiquária, mas como saber a serviço da vida. Depois de nos debruçarmos sobre a ideia de que Nietzsche é um opositor do antiquarianismo, argumen…Read more
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111A crítica da religião como crítica da realidade social no pensamento de Karl MarxTrans/Form/Ação 40 (4): 133-154. 2017.RESUMO: Não há, no pensamento de Marx, uma elaboração sistemática acerca da religião, embora haja uma crítica a ela enquanto crítica social das condições materiais de existência, que é o fundamento dela. Para Marx, a religião, entendida especificamente como superstição, idolatria, “ópio”, a qual conforma o homem e embaraça a sua consciência, deve ser negada, mas não se trata pura e simplesmente de um desprezo, de uma proibição ou perseguição à religião, nem tampouco de uma negação em geral a ela…Read more
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Para uma explicitação da dialética Hegeliana entre o senhor e o escravo na Fenomenologia do EspíritoEducação E Filosofia 9 11-15. 1995.
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Diferença entre alienação e estranhamento nos manuscritos econômicos-filosóficos de Karl MarxEducação E Filosofia 8 23-33. 1994.
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Para uma explicação do conceito de poder em Hannah Arendt à partir de J. HabermasEducação E Filosofia 9 81-91. 1995.
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115A primazia da natureza ante o espírito em Ludwig FeuerbachTrans/Form/Ação 32 (2): 119-133. 2009.O presente artigo pretende destacar a tese de que a natureza para Feuerbach é um existente autônomo e independente e possui primazia ante o espírito. Para ele, a natureza material, que existe, em sua diferencialidade qualitativa, independente do pensar, é diante do espírito o original, o fundamento não deduzível, imediato, não criado, de toda existência real, que existe e consiste por si mesmo. Feuerbach opõe a natureza ao espírito, pois ele a entende não como um puro outro, que só por meio do e…Read more
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197Feuerbach e Espinosa: deus e natureza, dualismo ou unidade?Trans/Form/Ação 29 (2): 79-93. 2006.: O presente artigo evidencia, por um lado, o mérito da filosofia de Espinosa, pelo fato de haver submetido a oposição das partes e do todo, do corpo e da alma, da matéria e do espírito, à unidade da substância, já que toda parte singular da substância pertence à sua natureza. Por outro lado, destaca a crítica de Feuerbach a Espinosa, porque a filosofia deste é, na verdade, uma filosofia da identidade, que não reconhece, como Hegel também assinala, a substância como espírito e o espírito como su…Read more
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153O pensamento de Marx sobre a subjetividadeTrans/Form/Ação 36 (2): 63-84. 2013.O pensamento de Karl Marx sobre a subjetividade humana é pouco conhecido e divulgado na língua portuguesa, e, no Brasil, particularmente, carece ainda de um estudo amplo, explícito e sistemático. Meu artigo pretende esboçar uma reflexão mais completa de sua filosofia sobre a subjetividade humana, insistindo não somente na crítica, mas também, e especialmente, na compreensão da referida questão, a partir de uma leitura imanente e estrutural de suas obras, no original. Vale ainda ressaltar que min…Read more
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81A aversão do cristianismo à natureza em FeuerbachPhilósophos - Revista de Filosofia 15 (2): 57-82. 2010.Feuerbach deixa claro que a teologia cristã se relaciona negativamente ante a natureza. A depreciação ou desvalorização religiosa pela natureza tem consequências para o julgamento da natureza humana por parte da teologia, pois esta condena também a dimensão natural-sensível da natureza do homem e, frente a esta, enaltece o espírito. Precisamente porque a natureza expressa objetividade, necessidade, corporeidade, sensibilidade, é ela o negativo, por assim dizer uma prova dos limites da interiorid…Read more
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5A natureza como negação da imortalidade da alma no jovem FeuerbachPrincípios 16 (26): 35-51. 2009.O presente artigo visa a explicitar o conceito duplo de natureza do jovem Feuerbach, em sua obra Pensamentos sobre Morte e Imortalidade ( Gedanken über Tod und Unsterblichkeit ): 1. a natureza como possibilidade e condiçáo de toda existência no espaço e no tempo e 2. a natureza como instância da negaçáo de todo ser. A natureza oferece ao jovem Feuerbach o modelo para a soluçáo de várias oposições, pois nela se manifesta um processo dialético de afirmaçáo e negaçáo, singularidade e pluralidade, i…Read more
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5A razão em Feuerbach como base da unidade do homem e da naturezaPrincípios 14 (21): 215-232. 2007.Feuerbach trata a natureza, na sua primeira obra, A Razáo Una, Universal e Infinita, desde a perspectiva do panteísmo, no qual ele vê a superaçáo do dualismo entre o espírito e a natureza, ou seja, a reconciliaçáo entre eles, que vale simultaneamente como negaçáo da subjetividade individual, abstrata, e da personalidade como determinaçáo de Deus. Trata-se aqui de um direcionamento de Feuerbach para a natureza, em clara oposiçáo à teologia cristá-monoteísta, que manifesta um abandono completo à n…Read more
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Marx e a questão da história sob dois enfoques: evolução e repetiçãoEducação E Filosofia 12 159-170. 1998.
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A Cisão Do Mundo Ético: Lei Divina E Lei Humana Na Fenomenologia E Na AntígonaEducação E Filosofia 8 67-74. 1993.