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El des-reconocimiento como núcleo de la experiencia estética: para un análisis crítico de la doctrina de Xavier Rubert de VentósUniversitas Philosophica 42 (85): 243-272. 2025.Xavier Rubert de Ventós (1939-2023) reinterpreta a experiência estética, estruturando-a em três etapas: o desconcerto, o reconhecimento e o des-reconhecimento. Para este pensador, é a (nova) arte, implicada em diversas tarefas do nosso quotidiano, que deve levar-nos à experiência de um des-reconhecimento. O objetivo deste trabalho é o de aprofundar o significado de cada uma destas três fases, através da análise da obra deste filósofo contemporâneo e, ao mesmo tempo, propor uma interpretação dial…Read more
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34Condições de Significação da Obra de ArteRevista Filosófica de Coimbra 34 (67): 133-151. 2025.O propósito deste estudo é o de questionar a condição necessária e suficiente da significação da obra de arte, segundo o pensamento do filósofo contemporâneo Xavier Rubert de Ventós (1939-2023). Verificamos que, além do código de significação, os critérios de criatividade, inovação e sensibilidade são preponderantes nesta busca por uma definição objetiva. Para este pensador, será suficiente, ou necessário, explicar a obra de arte segundo parâmetros objetivos? Ou será, precisamente, a superação d…Read more
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26Novos Filósofos e Nova Filosofia: Um apontamento bibliográficoRevista Portuguesa de Filosofia 41 (4). 1985.
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28A Arte ao Sabor da Moda? Elementos de Crítica da Moda na Perspetiva de Mikel DufrenneRevista Portuguesa de Filosofia 70 (2-3): 603-612. 2014.Resumo A moda e a arte partilham espaços e circuitos, permutam papéis e representações. A moda penetra nos museus e nas galerias de arte; por sua vez os artistas influenciam a moda, participam em desfiles e publicações que lhe são dedicadas. Tanta cumplicidade pode levar a pensar que se esvaíram fronteiras, que a moda se realiza, sem mais, como forma de arte, e que a arte está hoje moldada pela lógica da moda. Se esta relação escaldante 1 dissipa o sentido das diferenças, entendemos que é tarefa…Read more
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41Arte e Significação: Acerca da fenomenologia dufrenniana da significação do objecto estéticoRevista Portuguesa de Filosofia 48 (3). 1992.Procuramos, com este trabalho, levantar algumas pistas que nos parecem fundamentais concernentes à natureza da significação estética das obras de arte, tentando mostrar como esta significação é em si mesma urn horizonte de sentido irredutível aos seus significados parciais. Para isso, delimitamos um itinerário cuja perspectiva de fundo se situa, sobretudo, no interior da estética fenomenológica trabalhada pelos textos de Mikel Dufrenne, e articulado em quatroblocos concêntricos: a indagação do f…Read more
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Perspectivas da música contemporânea. Notas de um CursoRevista Portuguesa de Filosofia 53 (2). 1997.
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51A Arte como Obscurecimento: Acerca da Inestética do "Il y a" em LevinasRevista Portuguesa de Filosofia 47 (1). 1991.Este estudo procura mostrar que a estética, não sendo um tema cimeiro do conjunto da produção filosdfica de Levinas, abre contudo uma luz importante para o esclarecimento da noção de il y a - que constitui um dos assuntos primordiais do pensamento do mesmo autor - e logo também, para a posição crltica em que o autor coloca a estética de tradição ocidental e particularmente fenomenológica. Ao mesmo tempo, salienta-se que a embricação da estética na cercania do obscurecimento próprio do il y a, ac…Read more
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27Institucionalização da arte e esvaziamento da AisthesisRevista Portuguesa de Filosofia 52 (1-4): 555-577. 1996.
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74Para uma Estética da Natureza. Relevância Estética da Natureza emm. DufrenneRevista Portuguesa de Filosofia 48 (1). 1992.Pode-se legitimamente afirmar que a Natureza - no conjunto multiforme dos seus objectos - tern sido considerada, ao longo da Historia da Estética, como um motivo central da experiência estética e logo também como objecto de reflexão teórica acerca das modalidades da vivência. Por outro lado, não deixa de ser constátavel um processo em que, de um modo paulatino, se tem vindo a secundarizar aquela tematica, sobretudo a partir da Estética - ou melhor da Filosofia da Artc - de Hegel. Neste trabalho …Read more
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58A "Filosofia Primeira" e a Primeira Filosofia uma perspectiva husserlianaRevista Portuguesa de Filosofia 42 (3/4). 1986.
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45Para uma Aproximação da Estética à Metafísica: Reflexão a partir da Fenomenologia "Afetiva" de Mikel DufrenneRevista Portuguesa de Filosofia 67 (3). 2011.Este texto sinaliza o itinerário da fenomenologia à metafísica através da mediação da experiência estética, tal como a interpretamos na obra de Mikel Dufrenne. Deste modo, procuramos mostrar que a vivência estética comporta um "impulso" que a lança na demanda de uma radicalidade que configura um horizonte de "absoluto", superando a imanência. The present text signals the itinerary from phenomenology to metaphysics, mediated by aesthetic experience, as we interpret it in Mikel Dufrennes work. Thu…Read more