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Cesar Schirmer

Federal University of Santa Maria
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 More details
  • Federal University of Santa Maria
    Department of Philosophy
    Associate Professor
Federal University of Rio Grande do Sul
Department of Philosophy
PhD, 2010
Santa Maria, RS, Brazil
0000-0001-7105-0118
Areas of Specialization
Theories of Memory
Memory and Cognitive Science
Philosophy of Mind
Metaphysics
Epistemology
Philosophy of Language
René Descartes
2 more
Areas of Interest
Theories of Memory
Metaphysics
Memory and Cognitive Science
Philosophy of Mind
Epistemology of Memory
Time and Memory
Metaphysics and Epistemology
Conscious and Unconscious Memory
Memory, Misc
Political Conservatism
5 more
  • All publications (36)
  •  2
    Presentation of the special issue of RHV on the philosophy of memory
    Revista de Humanidades de Valparaíso 28 1-3. 2025.
  •  26
    Autenticidade na memória experiencial
    Filosofia Unisinos 26 (1): 1-20. 2025.
    Neste texto, exploro a questão da acurácia das memórias experienciais, focando na questão do ajuste entre os elementos imagísticos de uma memória experiencial e a experiência passada que é lembrada. Meu ponto de partida é a taxonomia da memória, com vistas a deixar claro que focarei apenas em memórias de longa-duração que envolvem imageria mental. Tendo feito este esclarecimento, início uma discussão sobre requisitos normativos da memória, focando no requisito de que uma lembranc…Read more
    Neste texto, exploro a questão da acurácia das memórias experienciais, focando na questão do ajuste entre os elementos imagísticos de uma memória experiencial e a experiência passada que é lembrada. Meu ponto de partida é a taxonomia da memória, com vistas a deixar claro que focarei apenas em memórias de longa-duração que envolvem imageria mental. Tendo feito este esclarecimento, início uma discussão sobre requisitos normativos da memória, focando no requisito de que uma lembrança se ajuste ao que antes foi experienciado pelo sujeito. Discuto, então, o modo como este requisito é tratado por duas visões filosóficas contemporâneas sobre a natureza da memória, o causalismo e o simulacionismo. Em seguida, discuto duas maneiras nas quais uma memória pode se ajustar ao passado: ajustando-se ao evento lembrado, tal como proposto pelos aletistas, e ajustando-se à percepção passada do evento, tal como proposto pelos autenticistas. Finalmente, apresento o descritivismo e o pictorialismo, duas visões sobre como a imageria mental que constitui uma memória experiencial pode se ajustar ao passado, e defendo a superioridade explicativa do pictorialismo.
  •  328
    Presentismo, Veritação e Referência ao Passado
    In Ana Carolina Fonseca, Eduardo Pohlmann & Gabriel Goldmeier (eds.), Ética, política e esclarecimento público: ensaios em homenagem a Nelson Boeira, Bestiário. 2012.
    Truthmakers
  •  1023
    The Relation Between Memory and Imagination: A Debate about the Right Concepts
    with Christopher Jude McCarroll and Andre Sant'Anna
    In Andre Sant'Anna, Christopher McCarroll & Kourken Michaelian (eds.), Current Controversies in Philosophy of Memory, Current Controversies in Philosophy. pp. 38-56. 2022.
    Imagination and ImageryMental ImageryMemory and Cognitive ScienceTheories of Memory
  •  478
    Autenticidade na memória experiencial: uma defesa do pictorialismo
    Filosofia Unisinos. forthcoming.
    In this text, I explore the issue of the accuracy of experiential memories, focusing on the fit between the imagistic elements of an experiential memory and the experience that is remembered. My starting point is the taxonomy of memory, which clarifies what I am talking about, as I will only focus on long-term memories that involve mental imagery. Having clarified this, I will move on to a discussion of the normative requirements of memory, focusing on the requirement that a memory conforms to w…Read more
    In this text, I explore the issue of the accuracy of experiential memories, focusing on the fit between the imagistic elements of an experiential memory and the experience that is remembered. My starting point is the taxonomy of memory, which clarifies what I am talking about, as I will only focus on long-term memories that involve mental imagery. Having clarified this, I will move on to a discussion of the normative requirements of memory, focusing on the requirement that a memory conforms to what was previously experienced by the subject. I then discuss how this requirement is treated by two contemporary philosophical views on the nature of memory: causalism and simulationism. Next, I discuss two ways memory can adjust to the past: by adjusting to the remembered event (alethism) or the past perception of the event (authenticism). Finally, I present descriptivism and pictorialism, two views on how the mental imagery that constitutes an experiential memory can adjust to the past, and defend the explanatory superiority of pictorialism.
    Autobiographical MemoryMental ImageryTheories of MemoryEpistemology of MemoryMemory and Cognitive Sc…Read more
    Autobiographical MemoryMental ImageryTheories of MemoryEpistemology of MemoryMemory and Cognitive Science
  •  277
    Introdução
    In Róbson Ramos dos Reis, Tiegue Vieira Rodrigues & Cesar Schirmer Dos Santos (eds.), Memórias e Tecnologias, Via Verita. 2022.
  •  628
    Algumas Contribuições de Tulving
    In Róbson Ramos dos Reis, Tiegue Vieira Rodrigues & Cesar Schirmer Dos Santos (eds.), Memórias e Tecnologias, Via Verita. 2022.
    AmnesiaMental ImageryMemory and Cognitive ScienceTime and MemoryAutobiographical MemoryTheories of M…Read more
    AmnesiaMental ImageryMemory and Cognitive ScienceTime and MemoryAutobiographical MemoryTheories of Memory
  •  1
    Memórias e Tecnologias (edited book)
    with Róbson Ramos dos Reis and Tiegue Vieira Rodrigues
    Via Verita. 2022.
    The Nature of Folk PsychologyKnowledge of ConsciousnessThe Simulation TheoryPsychological Explanatio…Read more
    The Nature of Folk PsychologyKnowledge of ConsciousnessThe Simulation TheoryPsychological Explanation
  •  549
    Do presente ao passado: a metafísica das atribuições de lembrança
    Dissertatio 60 34-58. 2025.
    Neste ensaio, exploro a questão acerca dos veritadores para atribuições de lembrança de eventos, as quais expresso com o esquema “S lembra de E”. Para responder esta questão, distingo o lembrar no sentido descritivo, baseado na experiência subjetiva, do lembrar no sentido normativo, o qual exige algum tipo de correspondência com os eventos passados reais. Como método de abordagem das atribuições de lembrança, uso o método dos casos. A partir deste método, discuto a aplicação da exigência de acur…Read more
    Neste ensaio, exploro a questão acerca dos veritadores para atribuições de lembrança de eventos, as quais expresso com o esquema “S lembra de E”. Para responder esta questão, distingo o lembrar no sentido descritivo, baseado na experiência subjetiva, do lembrar no sentido normativo, o qual exige algum tipo de correspondência com os eventos passados reais. Como método de abordagem das atribuições de lembrança, uso o método dos casos. A partir deste método, discuto a aplicação da exigência de acurácia e da condição de experiência passada a atribuições de lembrança. Para esclarecer este ponto, abordo o problema metafísico do passado como fundamento ontológico de verdades presentes sobre lembranças. Esta abordagem, por sua vez, me leva à análise crítica da solução de Aristóteles, a qual foca no modo de consideração de uma imagem mental. Concluo que, embora a abordagem aristotélica ofereça insights valiosos, uma teoria contemporânea da veritação das atribuições de lembrança deve incorporar elementos da filosofia da memória para abordar adequadamente as complexidades das atribuições de lembrança.
    Memory and Cognitive ScienceImagination and MemoryEpistemology of MemoryMemory, MiscTheories of Memo…Read more
    Memory and Cognitive ScienceImagination and MemoryEpistemology of MemoryMemory, MiscTheories of MemoryAutobiographical MemoryTime and MemoryConscious and Unconscious Memory
  •  17
    The sins of the nation and the ritual of apologies by Danielle Celermajer
    Filosofia Unisinos 11 (3). 2021.
  •  1065
    Debates Contemporâneos em Filosofia da Memória: Uma Breve Introdução
    with André Sant'Anna, Kourken Michaelian, James Openshaw, and Denis Perrin
    Lampião. forthcoming.
    Neste artigo apresentamos, de forma concisa e em português, alguns elementos-chave dos principais debates contemporâneos na filosofia da memória. Nosso principal objetivo é tornar essas discussões mais acessíveis aos leitores de língua portuguesa, fornecendo uma atualização importante para esforços anteriores (Sant’Anna & Michaelian, 2019a). Começamos introduzindo a noção de viagem no tempo mental, a qual estabelece a base empírica para a metodologia empregada em trabalhos recentes, antes de apr…Read more
    Neste artigo apresentamos, de forma concisa e em português, alguns elementos-chave dos principais debates contemporâneos na filosofia da memória. Nosso principal objetivo é tornar essas discussões mais acessíveis aos leitores de língua portuguesa, fornecendo uma atualização importante para esforços anteriores (Sant’Anna & Michaelian, 2019a). Começamos introduzindo a noção de viagem no tempo mental, a qual estabelece a base empírica para a metodologia empregada em trabalhos recentes, antes de apresentar dois debates centrais. Primeiro, o debate entre causalistas e simulacionistas sobre a teoria da lembrança filosoficamente correta (§2). Segundo, o debate entre continuístas e descontinuístas sobre a relação entre lembrança episódica e certas formas de imaginação (em particular, o pensamento episódico acerca do futuro) (§3). Na segunda parte do artigo, apresentamos e exploramos dois tópicos de discussão crescente: a natureza do sentimento de passado característico da memória episódica (§4) e questões de meta-nível relativas ao próprio caráter das controvérsias exploradas na primeira parte do artigo (§5).
    Imagination and MemoryPhilosophy of NeuroscienceNeurobiological Theories and Models of ConsciousnessRead more
    Imagination and MemoryPhilosophy of NeuroscienceNeurobiological Theories and Models of ConsciousnessConsciousness and IntentionalityMemory and Cognitive ScienceRepresentationalismTheories of MemoryNeural Correlates of ConsciousnessThe Function of ConsciousnessAutobiographical Memory
  •  49
    Comentário a “Para velhas perguntas, novas e melhores respostas: da engenharia conceitual ao aprimoramento erotético”: de conceitos a perguntas, de perguntas a conceitos
    Trans/Form/Ação 46 (spe1): 141-146. 2023.
    Continental Philosophy
  •  463
    De conceitos a perguntas, de perguntas a conceitos
    Trans/Form/Ação 46. 2023.
    Comentário a “Para Velhas Perguntas, Novas e Melhores Respostas: Da Engenharia Conceitual ao Aprimoramento Erotético”, de André J. Abath.
    Conceptual EngineeringContinental Philosophy
  •  41
    Resenha de MORAN, Richard. The story of my life: narrative and self-understanding
    Analytica. Revista de Filosofia 21 (1): 259-262. 2018.
    Resenha do livro The story of my life: narrative and self-understanding, de Richard Moran, por César Schirmer dos Santos.
  •  58
    Is memory continuous to imagination?
    The Junkyard of the Mind. 2021.
    Are memory and imagination two manifestations of the same capacity? Some recent work on the psychology and neuroscience of remembering gave philosophers a new occasion for revisiting this classical question. Based on evidence from the study of amnesiac patients, Tulving (1985) hypothesized that the abilities to episodically remember one’s own past and imagine future personal episodes are two sides of a coin. In line with this hypothesis, neuroimaging studies revealed that your brain operates sim…Read more
    Are memory and imagination two manifestations of the same capacity? Some recent work on the psychology and neuroscience of remembering gave philosophers a new occasion for revisiting this classical question. Based on evidence from the study of amnesiac patients, Tulving (1985) hypothesized that the abilities to episodically remember one’s own past and imagine future personal episodes are two sides of a coin. In line with this hypothesis, neuroimaging studies revealed that your brain operates similarly when you remember the madeleine you ate yesterday at your mother’s house and when you imagine yourself eating a madeleine at your house tomorrow morning (Okuda et al. 2003; Addis, Wong, and Schacter 2007). Still, a widely discussed question is how these two mental time travel abilities relate to each other. Are they fundamentally the same?
    Imagination and Memory
  •  891
    O debate causalismo versus simulacionismo em filosofia da memória como negociação metalinguística
    Perspectiva Filosófica 46 (2): 143-188. 2019.
    Às vezes, o debate entre causalistas e simulacionistas em filosofia da memória é apresentado de tal modo que parece que apenas o simulacionismo é compatível com a psicologia da memória contemporânea. Contudo, ambas teorias são compatíveis com os fatos descobertos pela ciência. Mas se o debate não é sobre a adequação aos fatos, sobre o que é? Nós propomos que este debate é um caso de negociação metalinguística. Caulistas e simulacionistas aceitam o mesmo conjunto de fatos, mas disputam sobre como…Read more
    Às vezes, o debate entre causalistas e simulacionistas em filosofia da memória é apresentado de tal modo que parece que apenas o simulacionismo é compatível com a psicologia da memória contemporânea. Contudo, ambas teorias são compatíveis com os fatos descobertos pela ciência. Mas se o debate não é sobre a adequação aos fatos, sobre o que é? Nós propomos que este debate é um caso de negociação metalinguística. Caulistas e simulacionistas aceitam o mesmo conjunto de fatos, mas disputam sobre como devemos definir "memória" e "lembrança".
    Conceptual AnalysisKnowledge of ConsciousnessCognitive Ontologies
  •  986
    A memória episódica, o problema da cotemporalidade, e o senso comum
    In Giovanni Rolla & Gerson Albuquerque de Araújo Neto (eds.), Ciência e Conhecimento, Editora Da Universidade Federal Do Piauí. pp. 151-180. 2020.
    Os realistas diretos sobre a memória episódica alegam que um sujeito que lembra está em contato direto com um evento passado. No entanto, como seria possível estar em contato direto com um evento que deixou de existir? Este é o assim-chamado problema da cotemporalidade. A solução padrão para este problema, a qual foi proposta por Sven Bernecker, consiste em distinguir entre, por um lado, a ocorrência de um evento, e, por outro lado, a existência de um evento, de modo que um evento deixa de ocorr…Read more
    Os realistas diretos sobre a memória episódica alegam que um sujeito que lembra está em contato direto com um evento passado. No entanto, como seria possível estar em contato direto com um evento que deixou de existir? Este é o assim-chamado problema da cotemporalidade. A solução padrão para este problema, a qual foi proposta por Sven Bernecker, consiste em distinguir entre, por um lado, a ocorrência de um evento, e, por outro lado, a existência de um evento, de modo que um evento deixa de ocorrer sem deixar de existir – esta é a solução eternista para o problema da cotemporalidade. No entanto, alguns filósofos da memória – notadamente Kourken Michaelian – alegam que a adoção de uma metafísica eternista do tempo seria um preço metafísico muito alto a ser pago para se defender as intuições dos realistas diretos sobre a memória. Ainda que eu concorde com essas críticas, buscarei mostrar duas coisas. Primeiro, que este tipo de “argumento do senso comum” não é decisivo. Segundo, que a proposta de Bernecker permanece sendo a melhor solução para o problema da cotemporalidade.
    Representation in Cognitive ScienceRepresentation in NeuroscienceTheories of MemoryTime and MemoryEt…Read more
    Representation in Cognitive ScienceRepresentation in NeuroscienceTheories of MemoryTime and MemoryEternalism
  •  49
    Semantics for philosophers
    Dissertatio 39 283-285. 2014.
    Quem trabalha com filosofia analítica na graduação e na pós graduação já deve ter se deparado diversas vezes com a dificuldade dos alunos de entenderem as noções de significado, sentido, referência, extensão, intensão, dêixis, anáfora, quantificação e modalidades, além de muitas outras relacionadas. Estas são noções técnicas que precisam ser dominadas pelos alunos que exploram os textos de ou sobre Frege, Davidson, Putnam e muitos outros. Esse problema requer uma solução que capacite os estudant…Read more
    Quem trabalha com filosofia analítica na graduação e na pós graduação já deve ter se deparado diversas vezes com a dificuldade dos alunos de entenderem as noções de significado, sentido, referência, extensão, intensão, dêixis, anáfora, quantificação e modalidades, além de muitas outras relacionadas. Estas são noções técnicas que precisam ser dominadas pelos alunos que exploram os textos de ou sobre Frege, Davidson, Putnam e muitos outros. Esse problema requer uma solução que capacite os estudantes sem ocupar muito tempo dos cursos, e isto pode ser feito através da semântica formal.
  •  1049
    A suposta indexicalidade dos designadores de espécies naturais segundo Burge
    Philósophos - Revista de Filosofia 12 (2): 87-105. 2007.
    Nos anos 1970s, Hilary Putnam defendeu a tese que designadores de espécies naturais, como “água”, “tigre” e “ouro”, são termos indexicais que mudam de significado a cada contexto. No entanto, Tyler Burge rejeitou essa tese, e Putnam veio a adotar a posição de Burge. A rejeição de Burge está apoiada na distinção entre crenças de dicto e crenças de re. Nesse artigo veremos os pontos de contato entre as posições de Putnam e Burge, a posição de Putnam nos anos 1970s, os principais argumentos de Burg…Read more
    Nos anos 1970s, Hilary Putnam defendeu a tese que designadores de espécies naturais, como “água”, “tigre” e “ouro”, são termos indexicais que mudam de significado a cada contexto. No entanto, Tyler Burge rejeitou essa tese, e Putnam veio a adotar a posição de Burge. A rejeição de Burge está apoiada na distinção entre crenças de dicto e crenças de re. Nesse artigo veremos os pontos de contato entre as posições de Putnam e Burge, a posição de Putnam nos anos 1970s, os principais argumentos de Burge contra a tese da indexicalidade dos designadores de espécies naturais e a diferença entre crenças de dicto e crenças de re.
    Continental PhilosophyDirect Reference Theories of IndexicalsRigid DesignationCausal Theories of Ref…Read more
    Continental PhilosophyDirect Reference Theories of IndexicalsRigid DesignationCausal Theories of Reference
  •  899
    As origens do expressivismo e o ponto de Geach
    Dissertatio 47 (S6): 3-26. 2018.
    O expressivismo sobre autoatribuição de estados mentais tem respostas aos desafios semânticos que costumam ser aglomerados de “o ponto de Geach”? Nossa proposta, nesse artigo, é empregar o princípio de caridade interpretativa para apresentar o expressivismo como uma posição maximamente plausível. A partir dessa postura, esperamos dar evidências suficientes de que o expressivismo tem uma explicação plausível para o acesso que cada um tem aos seus próprios estados mentais conscientes presentes.
    First-Person Authority and Privileged AccessExpression-Based Accounts of Self-Knowledge
  •  885
    Algumas observações introdutórias sobre o princípio de veritação
    Principia: An International Journal of Epistemology 20 (2): 201-214. 2016.
    The truth-making principle is one of the main subjects in contemporary meta- physics, and this paper is an elementar exposition of the main issues of the on-going debate. I will proceed as follows. First, I will expose the basics, including the principle’s range, the main kinds of truth-making, the main interpretations of the principle, and some applications. Second, I will expose some technical issues about ontological commitment, reification, necessity, reality, and truth.
    Truthmakers
  •  831
    Episodic Memory, the Cotemporality Problem, and Common Sense
    Essays in Philosophy 19 (2): 253-273. 2018.
    Direct realists about episodic memory claim that a rememberer has direct contact with a past event. However, how is it possible to be acquainted with an event that ceased to exist? That is the so-called cotemporality problem. The standard solution, proposed by Sven Bernecker, is to distinguish between the occurrence of an event and the existence of an event: an event ceases to occur without ceasing to exist. That is the eternalist solution for the cotemporality problem. Nevertheless, some philos…Read more
    Direct realists about episodic memory claim that a rememberer has direct contact with a past event. However, how is it possible to be acquainted with an event that ceased to exist? That is the so-called cotemporality problem. The standard solution, proposed by Sven Bernecker, is to distinguish between the occurrence of an event and the existence of an event: an event ceases to occur without ceasing to exist. That is the eternalist solution for the cotemporality problem. Nevertheless, some philosophers of memory claim that the adoption of an eternalist metaphysics of time would be too high a metaphysical price to pay to hold direct realist intuitions about memory. Although I agree with these critics, I will make two claims. First, that this kind of common sense argument is far from decisive. Second, that Bernecker’s proposal remains the best solution to the cotemporality problem.
    Time and MemoryTheories of MemoryEpistemology of MemoryAutobiographical Memory
  •  767
    Foreword: the philosophy of memory today
    with Tiegue Vieira Rodrigues
    Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 10 (3): 3-7. 2019.
    In this paper we present a introduction to the volume on philosophy of memory.
    Memory and Cognitive ScienceTheories of MemorySocial and Cultural MemoryEpistemology of MemoryTime a…Read more
    Memory and Cognitive ScienceTheories of MemorySocial and Cultural MemoryEpistemology of MemoryTime and Memory
  •  872
    Qual a motivação para se defender uma teoria causal da memória?
    In Juliano Santos do Carmo & Rogério F. Saucedo Corrêa (eds.), Linguagem e cognição, Nepfil. pp. 63-89. 2018.
    Este texto tem como objetivo apresentar a principal motivação filosófica para se defender uma teoria causal da memória, que é explicar como pode um evento que se deu no passado estar relacionado a uma experiência mnêmica que se dá no presente. Para tanto, iniciaremos apresentando a noção de memória de maneira informal e geral, para depois apresentar elementos mais detalhados. Finalizamos apresentando uma teoria causal da memória que se beneficia da noção de veritação (truthmaking).
    Metaphysics of Mind, MiscOther Psychophysical RelationsCausation, MiscTheories of MemoryMental Causa…Read more
    Metaphysics of Mind, MiscOther Psychophysical RelationsCausation, MiscTheories of MemoryMental Causation, Misc
  •  529
    Nepomuceno, Eric. A Memória de Todos Nós
    Peri 9 (1): 262-266. 2017.
    PunishmentTorture
  •  622
    Moran, Richard. The story of my life: narrative and self-understanding
    Analytica (Rio) 21 (1): 259-262. 2017.
    Epistemology of Mind, MiscFirst-Person Authority and Privileged AccessPsychological Theories of Pers…Read more
    Epistemology of Mind, MiscFirst-Person Authority and Privileged AccessPsychological Theories of Personal Identity
  •  616
    Uma introdução atualizada a Leibniz
    Filosofia Unisinos 17 (3): 390-391. 2016.
    Book review: ANTOGNAZZA, M.R. 2016. Leibniz: A very short introduction. Oxford, Oxford University Press, 175 p.
    Leibniz, Misc
  •  851
    Exilados da Terra Gêmea: os experimentos mentais e a natureza da intencionalidade
    In Waldomiro José Silva Filho (ed.), Mente, linguagem e mundo, Alameda. pp. 281-292. 2010.
    Thought ExperimentsIntentionality, Misc
  •  790
    The sins of the nation and the ritual of apologies de Danielle Celermajer
    Filosofia Unisinos 11 (3): 340-342. 2010.
    EthicsGovernment EthicsDemocratic AuthorityStates and Nations, MiscIdentity PoliticsGenocide
  •  733
    Presentismo, referência ao passado e proposições
    Investigação Filosófica 2 (2): 1-8. 2011.
    Os presentistas nos dizem que os únicos objetos percorridos pelos quantificadoresde escopo mais amplo são aqueles que existem no presente, o que leva seus críticos aperguntarem o que torna verdadeiros os enunciados sobre o passado, como “Sócrates foi umfilósofo”. Em defesa do presentismo, e seguindo a proposta de Fiocco (2007), argumentamosque o que torna verdadeiro um enunciado sobre o passado é uma proposição, que proposiçõesnão existem no tempo, e que nada na teoria presentista compromete seu…Read more
    Os presentistas nos dizem que os únicos objetos percorridos pelos quantificadoresde escopo mais amplo são aqueles que existem no presente, o que leva seus críticos aperguntarem o que torna verdadeiros os enunciados sobre o passado, como “Sócrates foi umfilósofo”. Em defesa do presentismo, e seguindo a proposta de Fiocco (2007), argumentamosque o que torna verdadeiro um enunciado sobre o passado é uma proposição, que proposiçõesnão existem no tempo, e que nada na teoria presentista compromete seus defensores com atese de que o que não existe no tempo não existe.
    EternalismTemporal LogicPresentismA-Theories of TimeMcTaggart's Argument
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