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    O soberano como idéia e a filosofia como uso público da razão
    Cadernos de Ética E Filosofia Política 1 (4): 99-114. 2002.
    O objetivo deste artigo é analisar alguns aspectos da filosofia política de Kant. Meu fio condutor é a relação entre princípios práticos discursivos e sua realização na praxis, o que se dá por meio do uso público da razão. Nessa reali­zação, o uso público da razão tem como seu papel fundamental a produção de esquemas, ou símbolos, das idéias práticas, tornado possível a passagem entre estas, como unidades discursivas a príorí, e a realidade sensível, ou seja, entre princípios transcendentais e m…Read more
  •  14
    12 Right, History, and Practical Schematism
    In Frederick Rauscher & Daniel Omar Perez (eds.), Kant in Brazil, Boydell & Brewer. pp. 236-245. 2012.
  •  43
    Editorial
    Doispontos 13 (2). 2016.
  •  92
    O artigo procura argumentar contra a ideia de que a filosofia da história de Kant contaria com dois modelos de fundamentação: um modelo oficial, de natureza hipotético-teleológica, e outro hermenêutico-explicativo, que, porém, acabaria por implodir o sistema. Trata-se de mostrar que há um único modelo, de natureza hermenêutica-explicativa, que não obstante faz uso de princípios hipotético-teleológicos. Mais ainda, que tal modelo está presente ao longo de diversos momentos do sistema, como na Dou…Read more
  • Imagination and practical reason: Série 2
    Kant E-Prints 3 293-296. 2008.
    The aim of this notes is to point to, and to analyze briefly, some passages of Kant´s practical text where we can find a positive role for imagination in the practical domain of philosophy
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    Imperativo categórico e doutrina do direito
    Cadernos de Filosofia Alemã 4 43-64. 1998.
  •  82
    Direito, história e esquematismo prático
    Discurso 34 109-124. 2004.
    O objetivo do artigo consiste em apresentar alguns fios da relação entre a noção de sensus communis, a história e a política em Kant, de modo que se estabeleçam as bases de uma análise da filosofia da história de Kant como o equibalente, para sua filosofia político-jurídica, do esquematismo dos conceitos puros