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    Deleuze e a forma imutável da diferenciação
    Analogos 19 (1): 345-366. 2019.
    O objetivo deste trabalho é a apresentação e a articulação do conceito de forma imutável da mudança ou forma pura e vazia do tempo segundo o modo em que aparece no sistema filosófico de Gilles Deleuze. Passando pela elucidação do conceito no contexto kantiano em que é sistematizado pela primeira vez, tentamos elucidar o pano de fundo ontológico temporal em que a noção é apropriada por Deleuze, a partir de um movimento duplo de crítica e reabilitação do kantismo. É então explanada a relação da fo…Read more
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    Desterritorialização, tanatologia e mudança climática: uma leitura de Capitalismo e esquizofrenia para um mundo em ruínas
    with Ádamo Bouças Escossia da Veiga
    Revista Opinião Filosófica 16 (1): 1-29. 2025.
    O presente artigo procura mobilizar o referencial teórico desenvolvido nos dois tomos de Capitalismo e esquizofrenia, de Deleuze e Guattari, diante da crise climática em curso. Objetivamos mobilizar a conceptualização acerca do capitalismo ali desenvolvida a fim de oferecer uma análise que, em consonância com o trabalho de Jason Moore, permita compreender a relação entre capitalismo e crise ecológica. Nosso foco será sobre os conceitos respectivos de desterritorialização e de reterritorialização…Read more
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    O sentido de política no funcionalismo ético-estético de Gilles Deleuze
    Trágica: Estudos de Filosofia da Imanência 17 (3): 21-36. 2024.
    O propósito deste texto é discutir o conceito de funcionalismo ético-estéticoàmedida que ele torna lícita a defesa deuma noção de política, baseada no trabalho de Deleuze, que escapa a caracterizações de sua filosofia como conservadora ou politicamente impotente. Depois de uma introdução muito brevedo problema,apresentamos o conceito de repetição, sobretudo como aparece em Qu’est-ce que fonder? (1956-1957), Différence et répétition(1968)e outras obras deleuzianas iniciais. A seguir, demonstramos…Read more
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    O objetivo do presente texto é explanar e correlacionar duas interpretações do conceito de consciência infeliz [conscience malhereuse], desenvolvido por Hegel na Phänomenologie des Geistes: a de Jean Wahl, introduzida em Le malheur de la conscience dans la philosophie de Hegel, de 1929; e a de Gilles Deleuze, apresentada em Nietzsche et la philosophie, de 1962. Antes de tudo, expomos a interpretação de Wahl, que, marcada pela defesa da centralidade da noção de consciência infeliz no in…Read more