Gustavo Leal-Toledo

Federal University Of São João Del-Rei
  •  406
    As duas vidas de Alan Foster: Um experimento mental sobre a identidade pessoal e edição genética
    Siqueira-Batista, Rodrigo; Silva, Eugênio; Nas, Elen; Motta, Oswaldo (Eds.). Deus Ex Machina: Fronteiras Bioéticas Das Neurociências, Inteligência Artificial, Nanotecnologia e Robótica. Editora Unifeso, 2026, Pp. 170–192. 2026.
    Neste artigo, originalmente escrito em 2019, abordamos o conceito de identidade pessoal, de Derek Parfit, por meio do experimento mental do teletransporte aplicado à edição genética de embriões com síndrome de Down. Parfit propõe que o teletransporte, no momento em que destrói o original e produz uma duplicata, não preserva a identidade numérica. Similarmente, sugerimos que a terapia gênica através da edição genética ao substituir o material deficiente de um embrião, geraria um novo indivíduo. D…Read more
  • Petiscos Filosóficos - Vol. 2 (edited book)
    FiloCzar. 2023.
  •  2395
    In this work, we introduce what we believe to be a more sensitive variation of the Metaproblem of consciousness, structured by philosopher Keith Frankish (2017): the Illusion Problem. To do so, we explore the process that leads us to treat each and every quale as an illusion, in addition to showing how qualia are present in most supposedly physicalist theories, which we will later call “Closeted Dualism”. We also emphasize that the illusionist theory is already widely used or considered by philo…Read more
  •  52
    Até onde vai o meme: o problema da unidade e o problema da ontologia
    with Mateus Machado Pinto de Almeida
    Principia: An International Journal of Epistemology 20 (2): 239-254. 2016.
    Since it was first proposed, Memetics had to deal with a variety of criticism. This article discusses two of them, namely, the problem of meme unit and the problem of meme ontology. In both cases the answer to the type of problem raised will follow the same reasoning: to show that much of the criticism could also be made to evolutionary biology, especially in its origins, and show that finished answers are not necessary to allow us to develop research in memetics.
  •  30
    Desde a sua origem o ceticismo tem enfrentado inúmeras críticas e tentativas de refutação. Uma das críticas mais antigas e recorrentes é que o cético não poderia agir porque para agir são necessárias crenças e um cético suspende o seu juízo sobre todas as crenças. A resposta mais comum para este desafio é que o cético suspende seu juízo só em relação aos dogmas científicos/ filosóficos, preservando, assim, as crenças do senso comum. Mas tal resposta não é satisfatória, pois indica um insulamento…Read more
  •  53
    Neurônios-espelho e o representacionalismo
    Revista de Filosofia Aurora 22 (30): 179. 2010.
  •  77
    O paradoxo de Chalmers
    Trans/Form/Ação 32 (2): 159-173. 2009.
    O Argumento dos Zumbis proposto por Chalmers, ao contrário de defender o dualismo, bane as qualia para um “mundo” onde elas não podem influenciar o julgamento que fazemos sobre nós mesmos. Por este motivo, pelo próprio argumento, podemos ser um zumbi e não saber. A isso Chalmers chamou de The Paradox of Phenomenal Judgment. O problema é que ele aceita tal paradoxo como parte de sua própria teoria. No entanto, este movimento filosófico não é aceitável e este paradoxo mina a teoria de Chalmers por…Read more
  •  161
    Dennett e Chalmers: argumentos e intuição
    Trans/Form/Ação 29 (2): 123-132. 2006.
    Chalmers e Dennett se encontram em lados opostos da discussão do problema da consciência. Para Chalmers, ela é um dado indubitável que não pode ser explicada em termos de outra coisa. Para Dennett, o que existe verdadeiramente são múltiplos julgamentos sobre nossa consciência. Cada um acusa o outro de circularidade. Isto só é possível porque a diferença entre estas duas teorias é verdadeiramente uma diferença de princípios. A mesma oposição que encontramos no aparato teórico encontramos também e…Read more
  • Book Review (review)
    Metatheoria 2 (2): 125-137. 2012.
  •  238
    Searching for a foundations of memetics
    Trans/Form/Ação 36 (1): 187-210. 2013.
    O conceito de memes surgiu em 1976 com Richard Dawkins, como um análogo cultural dos genes. Deveria ser possível estudar a cultura através do processo de evolução por seleção natural de memes, ou seja, de comportamentos, ideias e conceitos. O filósofo Daniel Dennett utilizou tal conceito como central em sua teoria da consciência e pela primeira vez divulgou para o grande público a possibilidade de uma ciência dos memes chamada "memética". A pesquisadora Susan Blackmore (1999) foi quem mais se ap…Read more