•  17
    Apresentação - Bibliografia Winnicottiana
    Natureza Humana 9 (especial1): 7. 2025.
    Apresentação - Bibliografia Winnicottiana (v. 9, n. especial 1)
  • Freud precursor de Freud: estudos sobre a pré-história da psicanálise (review)
    Human Nature 5 (2): 529-535. 2003.
  •  49
    A noção de trauma em Freud e Winnicott
    Natureza Humana 6 (2): 255-270. 2004.
    O objetivo desta apresentação é comentar as diferenças entre a noção de trauma em Freud e em Winnicott. Mostra-se que Freud concebeu a noção de trauma como uma excitação não descarregada, usando a histeria como modelo, e enfatizando que essa noção de trauma é construída com a ajuda de conceitos especulativos. Em seguida, comenta-se que para Winnicott o trauma não é pensado em função do ponto de vista econômico, nem basicamente como de natureza sexual, nem centrado no complexo de Édipo, mas diz r…Read more
  •  20
    Phillips, Adam 2006 [1988]: Winnicott
    Natureza Humana 10 (2): 245-255. 2008.
  • Kant e as especulações metapsicológicas em Freud
    Kant E-Prints 2 (9): 1-31. 2003.
    Este artigo pretende analisar a natureza e a função da teoria metapsicológica napsicanálise freudiana. Mostra-se que a teoria psicanalítica de Freud é composta por umaparte empírica – a sua psicologia dos fatos clínicos – e outra, especulativa – ametapsicologia. Esta última é considerada por ele uma superestrutura especulativa de valorapenas heurístico, passível de ser substituída por outras superestruturas do mesmo tipo.Sustenta-se, ainda, que sua metapsicologia é fruto do método especulativo, …Read more
  •  6
    Pierre Fédida (1934-2002)
    Natureza Humana 4 (2): 465-485. 2024.
  •  35
    Freud na filosofia brasileira (edited book)
    with Richard Theisen Simanke
    Escuta. 2005.
    A filosofia, até onde se apóia na psicologia, não poderá deixar de levar integralmente em conta as contribuições psicanalíticas à psicologia e de reagir a esse novo enriquecimento de nossos conhecimentos, tal como o fez em relação a todo progresso digno de consideração nas ciências especializadas.
  •  28
    Compulsão à repetição no contexto analítico para Winnicott
    Revista de Filosofia Aurora 23 (33): 493. 2011.
  • Apresentação
    Human Nature 8 (s): 13-17. 2006.
  • Pierre Fédida
    Human Nature 4 (2): 483-485. 2002.
  •  73
    Neste artigo pretendo explicitar dois sentidos básicos dados ao termo "metapsicologia" na história da psicanálise: como teoria sobre o desenvolvimento psicoafetivo do ser humano, que considera as determinações inconscientes, e como um conjunto de conceitos auxiliares, que servem como uma superestrutura especulativa teórica da psicanálise. Depois, procurarei mostrar porque é possível afirmar que Winnicott tanto rejeitou como refundou a teoria metapsicológica psicanalítica. Com tal tipo de análise…Read more
  •  49
    Paradigmas na história da psicanálise
    Human Nature 9 (1): 97-128. 2007.
    Neste artigo, pretende-se analisar os diversos usos do termo e do conceito de paradigma para o estudo da psicanálise. Após esclarecer qual é o sentido e as características desse conceito, tal como propôs Thomas S. Kuhn, analisa-se como diversos autores, psicanalistas e filósofos, utilizaram com mais ou menos rigor o termo kuhniano. Considera-se que as noções de paradigma, léxico, incomensurabilidade, crise e revolução podem servir para a comunicação e o diálogo entre as diversas perspectivas teó…Read more
  •  3
    O lugar da psicologia empírica no sistema de Kant
    Kant E-Prints 4 (1): 89-119. 2006.
    Este artigo pretende mostrar que, para Kant, a psicologia empírica deve ocupar um lugar análogo ao dafísica empírica. Isso pode ser explicado levando-se em consideração a distinção entre uma ciência da natureza genuína , que não seria possível para a psicologia, e uma ciência natural não-genuína a qual caracterizaria a psicologia como uma ciênciaempírica. Defende-se que Kant deixou um fio condutor para a construção dessa psicologia empírica, seja indicandoum quadro transcendental – não no que se…Read more
  •  28
    Resenha de Ola Andersson, 2000: Freud precursor de Freud: estudos sobre a pré-história da psicanálise. São Paulo, Casa do Psicólogo. Tradução: Luis Carlos Uchôa. Junqueira Fo. ISBN: 85-7396-101-5.
  •  6
    Apresentação
    Natureza Humana 8 (especial2): 9-13. 2024.
  •  35
    Pierre Fédida (1934-2002)
    Natureza Humana 4 (2): 483-485. 2002.
  •  29
    As especulações metapsicológicas de Freud
    Human Nature 5 (1): 129-173. 2003.
    Este artigo pretende analisar a natureza e a função da teoria metapsicológica na psicanálise freudiana. Mostra-se que a teoria psicanalítica de Freud é composta por uma parte empírica - a sua psicologia dos fatos clínicos - e outra, especulativa - a metapsicologia. Esta última é considerada por ele uma superestrutura especulativa de valor apenas heurístico, passível de ser substituída por outras superestruturas do mesmo tipo. Sustenta-se, ainda, que sua metapsicologia é fruto do método especulat…Read more
  •  26
    Winnicott e uma psicanálise sem metapsicologia
    Natureza Humana 8 (especial1): 401-420. 2024.
    Pretende-se, após caracterizar o que Freud entende como a natureza e função da teoria metapsicológica na psicanálise - ou seja, um conjunto de conceitos especulativos que são construções auxiliares de valor apenas heurísticos, que servem apenas para auxiliar na observação, organização e sistematização dos fatos clínicos-, fazer alguns comentários mostrando que Winnicott não só crítica como também não utiliza esse tipo de teorização.
  • Este artigo pretende mostrar que, para Kant, a psicologia empírica deve ocupar um lugar análogo ao dafísica empírica. Isso pode ser explicado levando-se em consideração a distinção entre uma ciência da natureza genuína, que não seria possível para a psicologia, e uma ciência natural não-genuína a qual caracterizaria a psicologia como uma ciênciaempírica. Defende-se que Kant deixou um fio condutor para a construção dessa psicologia empírica, seja indicandoum quadro transcendental – não no que se …Read more
  • A Noção De Trauma Em Freud E Winnicott
    Human Nature 6 (2): 255-270. 2004.
    O objetivo desta apresentação é comentar as diferenças entre a noção de trauma em Freud e em Winnicott. Mostra-se que Freud concebeu a noção de trauma como uma excitação não descarregada, usando a histeria como modelo, e enfatizando que essa noção de trauma é construída com a ajuda de conceitos especulativos. Em seguida, comenta-se que para Winnicott o trauma não é pensado em função do ponto de vista econômico, nem basicamente como de natureza sexual, nem centrado no complexo de Édipo, mas diz r…Read more
  • Winnicott (review)
    Natureza Humana 10 (2): 247-256. 2008.