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13Enfrentando riscos globais por meio de mitigação ante factum e post factumFilosofia Unisinos 27 (1): 1-16. 2026.O termo mitigação desempenha um papel central tanto nos debates sobre mudança climática quanto sobre pandemias, ainda que seja utilizado com significados marcadamente distintos — e frequentemente confundidos — entre esses domínios. Este artigo oferece uma análise conceitual sistemática da mitigação ao distinguir entre mitigação ante factum e mitigação post factum. A mitigação ante factum refere-se a medidas voltadas a reduzir a probabilidade de que um evento danoso ocorra, ao passo que a mitigaç…Read more
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34History Repeats Itself. Next Time as Tragedy: The Ethics of Climate Adaptation for the Overshoot GenerationEthics, Policy and Environment. forthcoming.In the history of climate ethics debate, the understanding that both adaptation and mitigation policies are necessary has been quite unstable. Although a well-balanced mix of both strategies was supported in the Villach (1985) and Toronto (1988) conferences, throughout the 1980s most people favoured adaptation. This contrasts with preference for mitigation in the 1990s and early 2000s. We argue that by mid-century adaptation will be considered, again, more urgent, for most mitigation pathways to…Read more
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8How to decide on the kind of person we want to beARGUMENTOS - Revista de Filosofia 3 (5). 2011.O objetivo deste artigo é apresentar criticamente a idéia de uma posição intermediária entre o “absolutismo de princípios” e o “ceticismo moral”. A posição intermediária será denominada aqui, tendo em vista uma nomenclatura sugerida por Wilson Mendonça, de “atitude reflexiva”. A atitude reflexiva busca interpretar a objetividade de princípios morais a partir de considerações sobre desejos, crenças, e valores que, de fato, motivam os indivíduos em geral.
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10Index NominumIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. pp. 235-238. 2003.
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7BibliographyIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. pp. 207-234. 2003.
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8ConclusionIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. pp. 204-206. 2003.
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12Descartes on Virtue EthicsIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. pp. 163-203. 2003.
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3The Science of Good LivingIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. pp. 131-162. 2003.
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11Freedom, Autonomy, and ScepticismIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. pp. 103-130. 2003.
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10Self-Deception as a Mental StateIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. pp. 73-102. 2003.
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7Two Concepts of FreedomIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. pp. 37-72. 2003.
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7Descartes’ Theory of JudgementIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. pp. 8-36. 2003.
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5IntroductionIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. pp. 1-7. 2003.
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3ContentsIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. 2003.
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4AcknowledgementsIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. 2003.
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7FrontmatterIn Marcelo de Araujo (ed.), Scepticism, freedom, and autonomy: a study of the moral foundations of Descartes' theory of knowledge, Walter De Gruyter. 2003.
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2Ciência e metafísica nos livros A e B da Metafísica de AristótelesO Que Nos Faz Pensar 2 135-151. 1997.
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58Disputas e controvérsias nas redes sociais em torno do papel do Banco do Brasil na escravidãoOdeere 9 (3): 97-113. 2024.O presente artigo fundamenta-se em uma pesquisa bibliográfica com o propósito de instigar debates acerca das estratégias adotadas por instituições e figuras proeminentes na tentativa de obscurecer ou mesmo negar a significativa contribuição das multidões de africanos escravizados que chegaram a estas terras, em larga medida, para o enriquecimento do país. Adicionalmente, baseia-se em uma pesquisa netnográfica com o desígnio de analisar as controvérsias e polêmicas presentes nas plataformas de mí…Read more
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44John Searle and the ontology of the social world: Groundwork for a theory on the object of legal scienceFilosofia Unisinos 11 (2). 2021.Searle’s theory on the ontology of the social world affords reasons to explain the existence of such things as “laws” and “rights” without the assumption that there are any “natural” rights. In this article, I intend to point out some consequences Searle’s theory has in the field of philosophy of law. As I intend to show, it is possible to describe Searle’s theory as a version of legal positivism. Key words: Searle, law, legal positivism, social ontology, human rights.
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74Exploring the psychology of LLMs’ Moral and Legal ReasoningArtificial Intelligence. forthcoming.
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91Epistemology Goes AI: A Study of GPT-3’s Capacity to Generate Consistent and Coherent Ordered Sets of Propositions on a Single-Input-Multiple-Outputs BasisMinds and Machines 34 (1): 1-18. 2024.The more we rely on digital assistants, online search engines, and AI systems to revise our system of beliefs and increase our body of knowledge, the less we are able to resort to some independent criterion, unrelated to further digital tools, in order to asses the epistemic reliability of the outputs delivered by them. This raises some important questions to epistemology in general and pressing questions to applied to epistemology in particular. In this paper, we propose an experimental method …Read more
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41Given the abrupt global disruption caused by SARS-CoV-2, one might think that the COVID pandemic was an unpredictable event. But in the years leading up to the emergence of the COVID pandemic, several documents had already been warning of the increasing occurrences of new disease outbreaks with pandemic potential and lack of corresponding policies to promote pandemic preparedness and response. In this article, we call these documents “early warnings”. We argue that a survey of early warnings can…Read more
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38Ética pandêmica e responsabilidade moralFilosofia Unisinos 24 (2): 1-20. 2023.A pandemia de COVID suscitou diversas questões morais relacionadas, por exemplo, à vulnerabilidade de populações indígenas frente à nova doença, ou ao comportamento dos Estados mais ricos relativamente aos Estados mais pobres na distribuição de vacinas, ou relativamente à elaboração de protocolos para alocação de recursos escassos tomando-se como critério a idade dos pacientes. Consideradas isoladamente, essas questões dizem respeito a diferentes domínios de investigação da fi…Read more
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68Os Atos SociaisCadernos de Filosofia Alemã 28 (1): 119-133. 2023.O texto a seguir corresponde ao §3, pp. 705–718, do livro “Die apriorischen Grundlagen des bürgerlichen Rechts” (“Os Fundamentos a priori do Direito Civil”), originalmente publicado em 1913 no Jahrbuch für Philosophie und phänomenologische Forschung, pp. 685–847. A numeração inserida entre colchetes no corpo do texto, destacada em negrito, refere-se à paginação desta edição. As palavras destacadas em negrito pelos tradutores remetem a um glossário que acompanha a presente tradução. Os itálicos, …Read more
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90Bioética em tempos de pandemia: Testes clínicos com Cloroquina para tratamento de COVID-19Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 65 (2). 2020.Defendemos a necessidade de que se atue com rigor ético durante a pandemia do novo coronavírus e que não se afrouxem os padrões científicos e normativos nas pesquisas sobre possíveis medicamentos, em especial a Cloroquina, para a COVID-19. Argumentamos que, excepcionalmente, seria justificado pular algumas etapas na realização de testes clínicos ou tratamentos experimentais, mas que é inadequado fazer um uso indiscriminado de medicamentos off label para tratar pacientes enquanto os resultados da…Read more
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30Três imagens do contrato social: Estado, moralidade e direitos humanosFilosofia Unisinos 15 (2). 2014.
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159O Uso de Inteligência Artificial Para a Geração Automatizada de Textos Acadêmicos: Plágio Ou Meta-Autoria?Logeion Filosofia da Informação 3 (1): 89-107. 2016.Programas de computador vêm sendo usados para a geração de textos jornalísticos, publicados diariamente na imprensa de língua inglesa. Existem milhares de livros vendidos na livraria da Amazon que não foram escritos por pessoas, mas por algoritmos sofisticados que compilam textos sobre temas específicos a partir de dados disponíveis online. Recentemente, pelo menos dois grupos de pesquisadores, trabalhando de modo independente um do outro, publicaram suas pesquisas sobre o uso de algoritmos capa…Read more
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113Justiça internacional e direitos humanos: uma abordagem contratualistaVeritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (1): 137-165. 2007.Minha intenção é mostrar, contra o realismo em relações internacionais, que, ao abordarmos os conceitos de justiça internacional e de direitos humanos, a partir de uma perspectiva contratualista, o denominado conflito entre o interesse nacional e as exigências da moralidade se mostra bem menos problemático. Apresento os principais argumentos em favor do contratualismo através de uma reconstrução da teoria moral de David Gauthier. Em seguida, procuro mostrar que o tipo de contratualismo defendido…Read more
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203Hugo Grotius, ceticismo moral e o uso de argumentos in utramque partemVeritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3): 145-166. 2011.O uso de argumentos igualmente convincentes tanto em prol quanto contra a veracidade de uma proposição era conhecido na Renascença como in utramque partem. Céticos do início da Modernidade utilizaram argumentos in utramque partem visando demonstrar que não se pode fundamentar a moralidade em um terreno sólido, já que os argumentos apresentados em favor da ideia de Justiça poderiam ser neutralizados por argumentos igualmente convincentes contra a ideia de Justiça. Nesse artigo, eu argumento que H…Read more
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