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14Nature versus Life: Dialectics and Physiology in SchellingIn Luis Fellipe Garcia (ed.), The Concept of Nature in Classical German Philosophy, De Gruyter. pp. 209-228. 2024.This chapter seeks to show how the concepts of nature and life in Schelling are marked by the physiology of his time and how his physiological knowledge is decisive for the understanding of the dialectics between the Absolute and the individual in his philosophy.
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41A primazia da justiça, ou o direito pelo avessoCadernos de Ética E Filosofia Política 43 (2): 130-134. 2024.Book review of Maria Isabel Limongi, Hume, a justiça e o pensamento político moderno. São Paulo: Alameda, 2023.
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36O sonho é o monograma da vida: Schopenhauer - Borges - Guimarães RosaEditora 34. 2024.O sonho é o monograma da vida retraça a teia — verbal, conceitual, imagética — que vincula a criação literária de Jorge Luis Borges à filosofia de Arthur Schopenhauer. Os rastros de Schopenhauer estão em toda parte. Do primeiro encontro com as obras do filósofo na Genebra da Primeira Guerra Mundial aos relatos, poemas e ensaios da maturidade em Buenos Aires, Borges não cessa de citar, comentar, destilar a lição idealista do alemão. Ao longo desse denso diálogo textual, vão se redefinindo todos o…Read more
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62A filosofia como arte, ou a “tópica indefinida” de Gérard LebrunCadernos de Filosofia Alemã 9 11-26. 2007.ESTE TEXTO É UMA TENTATIVA DE ILUMINAR ALGUNS ASPECTOS DO “MÉTODO” LEBRUNIANO DE FAZER HISTÓRIA DA FILOSOFIA
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59Nota sobre linguagem e vida em Husserl e WittgensteinDois Pontos 20 (2). 2023.No segundo livro das Ideias para uma fenomenologia, Husserl introduz pela primeira vez a noção de mundo da vida (Lebenswelt) para descrever o que até então era o solo originário da gênese do sentido. Nas Investigações lógicas, ao descrever os jogos de linguagem, Wittgenstein trabalha com a ideia de que estes são formas de vida (Lebensformen). Sem pretender ser exaustiva, esta nota procura discutir sucintamente o que se entende pelo termo vida nos dois casos, para mostrar que a correlação estrita…Read more
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80Cos’è una Condizione? Il Categorico e l’ipotetico nella Logica del Pensiero KantianoAnalytica. Revista de Filosofia 25 (1): 64-87. 2023.ResumoO texto aqui apresentado pretende dar uma pequena contribuição à discussão sobre a relação entre lógicae ontologia na filosofia kantiana. Seu objetivo é mostrar como Kant segue a lógica dos wolffianos, mantendosua abordagem geral, não sem introduzir algumas mudanças importantes. Ao contrário dos filósofosdogmáticos, Kant, como se sabe, enfatiza a neutralidade ontológica e epistemológica da lógica geral, diferenciando-a da lógica transcendental, que apresenta as condições universais necessá…Read more
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71Reproduction versus metamorphosis: Hegel and the evolutionary thinking of his timeHistory and Philosophy of the Life Sciences 42 (3): 1-22. 2020.Several problems with Hegel’s conception of the organism in the Encyclopaedia are due to the separation between individual life in Nature and the universal life of the Concept. This discontinuity between ontogenesis and phylogenesis in his dialectics of organic life will be studied here by following his presentation of physiological development, especially reproduction, and by reconstructing the historical model he criticizes—Leibniz’s organic machines and their development in Buffon’s Natural H…Read more
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80Sobre música e ironiaDois Pontos 4 (1). 2007.Este texto procura traçar algumas linhas gerais da articulação entre música e ironia (ou audição musical e hermenêutica) no romantismo. Procura-se explorar a apropriação original que Søren Kierkegaard fez das “técnicas” hermenêuticas desenvolvidas por Friedrich Schlegel e Friedrich Schleiermacher.
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49Os desdobramentos da psicologia experimental em Moritz, Kant e KierkegaardDoispontos 17 (1). 2020.Depois de breve contextualização, este texto estuda a herança da psicologia experimental de Christian Wolff em Karl Philipp Moritz, Immanuel Kant e Søren Kierkegaard. Esses três autores transformaram as premissas mais científicas e técnicas da disciplina em formas mais abertas de experimentação romanesca ou teatral.
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93O Homem do Homem e o Eu de Si-MesmoDiscurso 30 25-62. 1999.Este ensaio procura reconstruir o modo como Kant lê dois filósofos que desempenharam um papel fundamental no desenvolvimento do pensamento crítico, David Hume e Jean-Jacques Rousseau. O foco principal da reconstrução que aqui se faz não é o conteúdo doutrinal dessas filosofias, mas o processo reflexivo de leitura, por meio do qual Kant acaba chegando à descoberta da dialética própria ao método crítico
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49Des Herrn Professors Kants Paradoxon des ComoediantenKant Studien 109 (3): 395-418. 2018.Name der Zeitschrift: Kant-Studien Jahrgang: 109 Heft: 3 Seiten: 395-418.
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101Introdução à Antropologia (semestre de inverno 1781/82)Discurso 38 247-261. 2008.O texto traduzido nas páginas que seguem figura como introdução ao curso de Antropologia que Kant ministrou em Königsberg no semestre de inverno de 1781-1782. Esse curso é o primeiro da chamada fase “crítica”, e o mais longo dos publicados por Reinhardt Brandt e Werner Stark nos dois enormes tomos que constituem o volume XXV da edição da Academia (Berlim: de Gruyter, 1997). À diferença dos demais, catalogados pelo nome do aluno, do detentor do manuscrito ou do local em que foi encontrado ou depo…Read more
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114Com’è nata l’Estetica trascendentale di Kant?Quaestio 20 459-484. 2021.This article aims at reconstructing some of the conceptual premises that explain the origin of Kant’s Transcendental Aesthetics, by focusing on Christian Wolff’s synthesis of two different traditions. The first one is the new geometry of the situation created by Leibniz and the second one emerges from the metaphysics of the Spanish philosopher Francisco Suarez. Although Kant strongly criticizes Leibniz’ and Wolff’s ‘intellectualism’, his own conception of space and time would not have been possi…Read more
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83A aposta na filosofiaKriterion: Journal of Philosophy 52 (124): 307-330. 2011.Para Hume, filosofar é uma atividade semelhante às demais ocupações humanas. A decisão que leva à atividade filosófica é menos resultado de uma argumentação teórica do que fruto de um cálculo prático, que é entendido como uma caça ou um jogo. O objetivo deste trabalho será o de mostrar que no jogo filosófico perde quem joga sério demais. A aposta na filosofia tem que passar pelo bom humor e pela diversão: uma resposta a Pascal? For Hume, philosophy is in itself neither more nor less important th…Read more
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58EditorialDois Pontos 5 (1). 2008.resumo Esse artigo investiga a leitura que Shaftesbury fez de Marco Aurélio, a fim de comparar a visão estóica da individual ida de e da ide nt ida de pessoal com o conceito lockia no de “self” e, de ma ne i ra mais ge ral, com os mo dos pelos quais a filosofia mo de rna entendeu o si-me s mo. A ênfase recai sobre a conexão int r í nseca ent re sistema e s u b j e t i v ida de no estoicismo imperial. Discute-se a re s i s t ê nc ia de autores cont e m p o r âneos em aceitar a descrição da alma r…Read more
São Paulo, São Paulo, Brazil