• Nada de técnico e maquinal
    Philósophos - Revista de Filosofia 29 (1). 2024.
    Esta contribuição reflexiva retoma e repensa a questão da essência da técnica seguindo o fio condutor da meditação de Heidegger. Discute a essência da técnica como o vigor de sua vitalidade, a dinâmica de sua emergência e a doação de consistência. Procura pensar a quididade da técnica, sua condição de possibilidade intrínseca e constitutiva e em que esta mesma reside. Procura trazer à luz como se dá a proveniência historial da técnica na tevcnh (_téchnē_) grega e na _ars_ romana, e, além disso, …Read more
  •  4
    Heidegger e o Impasse Do Niilismo de Nietzsche
    Revista Dialectus 28 (28): 183-202. 2023.
    A proposta desta reflexão é repensar como Heidegger se relaciona com o pensamento de Nietzsche a propósito da questão da essência do niilismo. Ela se volta para o volume 48 da Obra completa (Gesamtausgabe) de Heidegger – “Nietzsche: der europäische Nihilismus”. Após tematizar como Heidegger ouve a palavra de Nietzsche na história do pensamento ocidental, procura expor também sua resposta a esta palavra, salientando sobretudo os impasses que o pensamento do valor impõe no instante histórico para …Read more
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    Intuição categorial e evidência, verdade e ser
    Aoristo - International Journal of Phenomenology, Hermeneutics and Metaphysics 1 (2). 2017.
    Este artigo se propõe a pensar a fenomenologia dos fenômenos: intuição categorial, evidência,verdade e ser, através da interpretação de textos de Husserl e Heidegger. Num primeiromomento mostra a intuição em sua maior pregnância, a percepção, como experiência daevidência da presença do ente mesmo como autodatidade originária. Num segundo momento,partindo da regionalidade e da universalidade da evidência na vida intencional da consciência,trata-se da razão, de seu ordenamento para a evidência e d…Read more
  •  11
    Resumo: este artigo pretende expor e comentar a interpretação de Heidegger a respeito da concepção grega de natureza. Procura seguir o fio condutor desta interpretação, dado a partir da remissão da “phýsis” à “alétheia”. Ele procura interpretar o dito e o pensado dos pensadores originários dos gregos, bem como de Platão e Aristóteles, desde o não pensado e o não dito da “Lichtung”, a clareira ou a aberta do Ser. Uma maior ênfase é dada à exposição a respeito da essência da “phýsis” concedida pel…Read more
  •  8
    A intuição categorial, o problema das categorias e a doação do ser
    Revista de Filosofia Aurora 31 (53). 2019.
    Este texto pretende expor o significado da descoberta fenomenológica da intuição categorial, feita por Husserl, para o tradicional problema das categorias e para o novo encaminhamento da questão do ser, que se deu com a investigação e meditação de Heidegger. Expõe o contexto em que a descoberta foi realizada: o do esclarecimento do conhecimento em referência ao modo de captação do ente em seu ser, a partir da sensibilidade e do entendimento. Indica como o método fenomenológico transcendental, at…Read more
  •  3
    "Disputação acerca do Homem ", de Martinho Lutero
    Revista de Filosofia Moderna E Contemporânea 5 (2): 389-392. 2017.
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    Este artigo pretende expor e comentar a crítica teológica à definição filosófica do homem nas três primeiras teses da “Disputatio de homine”. De início, apresenta a proveniência histórica da definição do homem como “animal racional”. Depois, indica a sua assunção na tradição teológica cristã. Em terceiro lugar, aponta que esta definição estava também subjacente à concepção a respeito do homem no Renascimento. Em seguida se expõem e se comentam as três primeiras teses da “disputatio”. A tese 1 ap…Read more
  •  3
    Intencionalidade e evidência em Heidegger
    Revista de Filosofia Moderna E Contemporânea 3 (2): 53-63. 2015.
    O presente artigo visa expor a fenomenologia da evidência no pensamento de Heidegger. Toma-se como ponto de partida e fio condutor a intencionalidade. O conhecer é um relacionamento intencional que pode apresentar diversos graus de plenitude intuitiva. O grau mais pleno é o da percepção. Com o perceber se dá o preenchimento das intenções vazias e se realiza o ato de identificação: a coincidência entre o presumido e o intuído. Evidência é o ato de identificação que se clareia a si mesmo. Não é um…Read more
  •  13
    Heidegger, técnica e educação: uma meditação histórico-ontológica
    Filosofia E Educação 6 (3): 55-86. 2014.
    Este artigo, seguindo as indicações do pensamento meditativo de Heidegger, questiona o sentido histórico ontológico da técnica, investigando seus fundamentos metafísicos. Depois de sondar a história do ser do ente na antiguidade grega e na romanidade, investiga a verdade do ente na modernidade, em que a educação é vista na ótica da funcionalidade e do sistema e o ócio se subordina ao negócio. A técnica é o fim da era da metafísica, não só no sentido de término, mas também de plenitude de realiza…Read more
  •  209
    This paper presents an investigation about the instant in Heidegger, articulating the analytics of Dasein by Being and Time with the thought of Ereignis. Therefore, it seeks to think, as a presupposition, the existence in his character of temporality. The human being is conceived as Dasein, i. e, in its fundamental relationship to the Being as such. The essence of Dasein is existence. The existence is grounded on Sorge (concern, care), which, in turn, is grounded on temporality. The most own tem…Read more
  •  3
    Intuição categorial: Um estudo a partir de Heidegger
    Revista de Filosofia Moderna E Contemporânea 1 (2): 76-106. 2013.
    A descoberta da “intuição categorial” atesta que há um apreender simples não só do que se dá na percepção sensorial, mas também há, junto com essa, um apreender simples do “categorial”. Com outras palavras, a descoberta da “intuição categorial” atesta que, na percepção cotidiana, ou seja, na percepção concreta da coisa, em toda experiência, se dá também uma percepção do que na filosofia se costumou chamar de “categoria”. Isso significa, ainda, que há atos em que consistências ideais se mostram a…Read more
  •  14
    A existência no pensamento de Heidegger
    Revista de Filosofia Moderna E Contemporânea 2 (1): 125-142. 2014.
    Este texto trata do conceito de existência a partir do pensamento fenomenológico, ontológico-fundamental e ontológico-histórico, de Heidegger. De início, trata do conceito metafísico de existência e de sua transformação na época da consumação da metafísica, especialmente em Kierkegaard. A consumação da metafísica apela por outro princípio do pensar. “Ser e Tempo” inaugura a tentativa de operar uma passagem para este outro princípio. O empenho do pensamento se volta então para a tarefa de pensar …Read more
  •  2
    A proveniência histórico-ontológica da técnica moderna: uma interpretação a partir de Heidegger
    Revista de Filosofia Moderna E Contemporânea 3 (1): 158-179. 2015.
    O presente texto apresenta a proposta de pensar, com Heidegger, a proveniência histórica da técnica moderna a partir do pensamento históricoontológico, ou seja, do pensamento que medita a história do ser. Neste esforço, a meditação remonta às origens gregas desta história, propondo-se compreender o que o sentido essencial da téchne entre os gregos. Depois, expõe a intermediação exercida pela interpretação romana da verdade e do ser como “actualitas”. Em seguida, apresenta a transformação da onto…Read more
  •  34
    This article aims to expose and comment on the theory of meaning presented by Heidegger in his "habilitation dissertation” on the Grammatica Speculativa in that time attributed to Duns Scotus. Heidegger, in his interpretation, interweaves elements of the theory of meaning present in Husserl and Duns Scotus. The doctrine of modes of meaning, of understanding and of being, of the Grammatica Speculativa, is read since an intentional phenomenological analysis. This article tries to expose this inter…Read more
  • Para uma fenomenologia da arte
    Scintilla: Revista de Filosofia e Mística Medieval 5 (1): 93-108. 2008.
  • Ciência e fé: ensaio em busca de uma identidade na diferença
    Scintilla: Revista de Filosofia e Mística Medieval 1 (2). 2004.